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‘A diferença é que lá tem câmera 24 horas’: Adriane Galisteu sai em defesa de A Fazenda e fala tudo que pensa
Adriane Galisteu utilizou o espaço de entrevistas ao Portal LeoDias durante os desfiles de Carnaval no Rio de Janeiro para defender a identidade de A Fazenda. A apresentadora aproveitou a ocasião para rebater as constantes comparações feitas entre o reality rural da Record e o programa da concorrência.
A comunicadora negou ao Portal LeoDias que o sucesso da atração dependa exclusivamente das brigas e discussões entre os participantes confinados. Segundo Galisteu, o formato funciona como um espelho fiel do comportamento humano e da sociedade brasileira atual.
A apresentadora declarou que as pessoas agem fora das câmeras de maneira muito semelhante aos competidores. “As pessoas falam muito das tretas, mas nós somos desse jeito. O reality é o espelho do que vivemos aqui fora. A diferença é que lá tem câmera 24 horas. Se tivesse aqui fora também, não seria muito diferente”, declarou ela.
Reflexos sociais no confinamento
Para a contratada da Record, o estado emocional da população brasileira influencia diretamente a dinâmica observada dentro do programa de televisão. Galisteu avaliou que, quando a sociedade está mais tranquila ou fragilizada, tais sentimentos são transportados para o convívio dos participantes.
A loira reforçou sua paixão pelo gênero ao classificar o reality show como a maior novela da vida real disponível para o público. Ela destacou que os conflitos exibidos não surgem de forma artificial, mas são frutos inevitáveis da convivência humana sob pressão.
Autenticidade e relações humanas
A apresentadora pontuou ao Portal Leo Dias que reduzir a importância do programa apenas aos momentos de embate é ignorar a construção de alianças e histórias pessoais. Para ela, o telespectador se identifica com o conteúdo justamente por encontrar ali debates que fazem parte do seu próprio cotidiano.
Galisteu concluiu sua defesa afirmando que o reality acompanha o momento social do país de forma autêntica e transparente. A comunicadora reiterou que o formato funciona como um retrato do tempo presente, consolidando sua posição sobre a relevância da obra.