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‘A minha fé em Deus não tem nada a ver’; Simone rebate críticas por hits sertanejos sendo cristã
Simone Mendes voltou a ser o centro de um debate acalorado sobre a relação entre religião e carreira artística. Durante uma recente coletiva de imprensa, a artista não fugiu das perguntas e rebateu as críticas de quem aponta uma contradição entre sua fé cristã e as letras de safadeza e traição que dominam o topo das paradas.
O assunto ganhou ainda mais tração após ser repercutido pela apresentadora Cátia Fonseca e sua equipe no programa Melhor da Tarde (Band) nesta segunda-feira (6), onde os comentaristas analisaram a postura da Coleguinha diante do julgamento do público religioso.
O palco como ofício, a fé como essência
Durante sua fala aos jornalistas, Simone explicou que enxerga sua carreira como uma profissão que exige contar histórias com as quais o povo se identifica. Para ela, o conteúdo das músicas não anula seus valores pessoais.
“A minha fé em Deus não tem nada a ver com o que eu canto”, defendeu a cantora.
Repercussão no Melhor da Tarde
No sofá do programa da Band, o debate girou em torno da pressão que artistas evangélicos sofrem ao atuar no mercado secular. Os apresentadores destacaram que Simone sempre foi muito transparente sobre sua espiritualidade, mas que o mercado sertanejo exige um repertório que fale de paixão e cotidiano para se manter relevante.
Fenômeno de audiência
Independente das críticas, os números não mentem. Simone Mendes continua consolidada como uma das maiores vozes do país. Hits como Erro Gostoso e P do Pecado provam que o público, em sua maioria, separa bem as canções da vida pessoal da artista.