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Adriane Galisteu fala de canetas emagrecedoras e desabafa sobre pressão com o corpo

Adriane Galisteu fala de canetas emagrecedoras e desabafa sobre pressao

Em um papo franco com Leo Dias, Adriane Galisteu tocou em um dos assuntos mais comentados do momento no mundo da estética: a febre das “canetas emagrecedoras”. Conhecida por manter um corpo longilíneo ao longo de toda a carreira, a apresentadora, de 52 anos, não condenou o uso dos medicamentos e defendeu a liberdade individual na busca pela autoestima.

Questionada se as mulheres estariam “perdendo a noção” na busca pela magreza extrema, a loira foi direta: “Eu acho que as pessoas estão felizes. O maior padrão que a gente tem é o nosso espelho”. Apesar de ser vista como referência de corpo magro, ela revelou que carrega “traumas” da época em que trabalhava como modelo.

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Adriane Galisteu relembrou a rigorosa “ditadura da magreza” que enfrentou na juventude, quando medidas exatas eram exigidas para garantir contratos: “Eu comecei a trabalhar muito nova e vivi aquela ditadura fortemente. Tinha que ter 90 de quadril, senão não pegava o trabalho. Eu passei a vida sonhando em ter 90 de quadril. Isso faz parte da minha história”, desabafou.

Curiosamente, a pressão também veio do lado oposto. A apresentadora contou que, por ser alta, muitas pessoas, inclusive a própria mãe, cobravam que ela tivesse mais curvas ou colocasse silicone para ficar “mais poderosa”: “Eu nunca gostei. Eu sou essa mulher e não estou nem aí para o que os outros pensam”, afirmou, admitindo que “fica doida” quando percebe que ganhou um pouco de peso.

Para a famosa, o Carnaval é o contraponto perfeito a essas pressões. Segundo ela, a Sapucaí é o lugar onde todos os padrões se encontram e se respeitam: “Na avenida você vê todo mundo: magra, cheia de curvas, gordinha, gordona, baixinha ou alta. Você é o que você quer ser. É uma festa de todo mundo!”, celebrou.

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