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Carlinhos de Jesus não segura o choro e revela segredos para vencer desafios de doença degenerativa: ‘Foi fundamental’

Carlinhos de Jesus nao segura o choro e revela segredos

O coreógrafo comemorou a melhora após meses fazendo uso de cadeira de rodas e bengala

Nos últimos meses Carlinhos de Jesus foi o motivo de preocupação de milhares de seus fãs. Desde sua aparição fazendo uso de cadeira de rodas, o coreógrafo explicou que o motivo delas se tratava de uma condição de saúde que estava tratando há algum tempo.

Carlinhos foi diagnosticado com radiculopatia desmielinizante. A doença autoimune trouxe uma nova configuração no estilo de vida do coreógrafo: dono de uma personalidade ímpar e de uma referência para o mundo da dança; agora estaria precisando de auxílio para se locomover.

O famoso ficou alguns meses na cadeira de rodas e precisando usar muletas para conseguir manter a vida ativa com suas atividades. Seu tratamento contou com uma combinação de estratégias para que seu estado de saúde progredisse positivamente ao longo do tempo.

Entre acupuntura, administração de medicamentos, hidroterapia e fisioterapia, Carlinhos passou a se desenvolver em busca de mobilidade e melhora significativa. No último domingo (09) ele fez sua participação no Domingão com Huck e emocionou com discurso.

Luciano fez questão de trazê-lo para os holofotes das câmeras comemorando sua melhora atentando para o fato dele já estar conseguindo ficar de pé sem o uso das muletas. Muito emocionado e em meio ao choro, ele entregou o segredo de sua progressão.

Procure, dentro da sua rotina diária, estabelecer um horário e maneiras de seguir um tratamento. Fisioterapia é tudo na vida da gente. A medicina foi importante, medicamentos, a fé… mas a fisioterapia foi fundamental para que pudesse me manter de pé“, disse Carlinhos.

A condição comentada por ele no mês de setembro em entrevista é explicada pelo quadro de  bursite trocantérica bilateral e tendinite diagnosticado em 2022. Segundo ele, chegou a perder parte do movimento da perna direita e enfrentaria pelo menos 8 meses de aplicação de imunoglobulina.

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