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Cirurgiã expõe corpo de Paolla Oliveira sem consentimento e atriz não se cala: ‘Uma foto sem…’
A atriz Paolla Oliveira usou as redes sociais nesta segunda-feira (2) para rebater uma publicação feita por uma cirurgiã plástica que analisava seu corpo sem autorização. O vídeo, que rapidamente ganhou alcance, sugeria que a artista teria passado por um procedimento estético na região pélvica. A exposição gerou forte repercussão online e levantou críticas sobre o uso da imagem de figuras públicas por profissionais de saúde para ilustrar intervenções médicas.
Na gravação, a médica Pamella Andrade comparou imagens de Paolla usando maiôs em momentos diferentes e apontou uma suposta mudança no Monte de Vênus. Segundo ela, o aspecto visual indicaria a realização de uma lipoaspiração pubiana, procedimento voltado à redução de gordura localizada. Embora tenha dito que não poderia confirmar a cirurgia, a profissional usou o exemplo para divulgar o método estético a possíveis pacientes.
Resposta irônica e debate público
A atriz decidiu responder diretamente nos comentários da postagem e negou qualquer intervenção cirúrgica. Com ironia, Paolla escreveu: “Que maravilha! Tanto apreço pela minha região íntima, mas nem sabia que existia essa cirurgia. Um corte diferente de maiô ou uma foto sem o sol do meio-dia podem ajudar também. Beijos!”. A declaração foi vista como um encerramento claro dos rumores levantados pela análise.
Na própria resposta, a artista chamou atenção para fatores simples que influenciam a aparência em fotos, como iluminação, ângulo e modelagem da roupa. A cirurgiã havia defendido que a lipoaspiração na região íntima pode alterar o contorno corporal, associando o resultado observado às imagens. Paolla, porém, reforçou que variações visuais não significam, necessariamente, procedimentos invasivos.
Debate sobre exposição e procedimentos estéticos
O caso provocou forte reação entre internautas, que majoritariamente apoiaram a atriz e criticaram a exposição de seu corpo para fins promocionais sem consentimento.

Muitos apontaram a atitude como antiética e oportunista, reacendendo discussões sobre pressão estética, vigilância sobre corpos femininos e os limites da atuação profissional ao sugerir cirurgias com base apenas em fotografias.