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Claudia Abreu encerrou vínculo com a Globo e manda recado na lata: ‘Sempre procurei…’
Com uma carreira iniciada ainda na adolescência, Cláudia Abreu construiu um dos percursos mais sólidos da teledramaturgia brasileira. Ao longo de décadas na televisão, a atriz se destacou pela versatilidade e pela busca constante por personagens complexos. Mesmo com a estabilidade proporcionada pelas novelas da Globo, ela nunca abriu mão da autonomia artística e da possibilidade de explorar diferentes formatos e linguagens.
Em 2023, Cláudia encerrou seu contrato fixo de 37 anos com a TV Globo e passou a atuar no modelo por obra. Já no início de 2025, retornou à emissora para integrar o elenco da novela Dona de Mim, exibida na faixa das sete, marcando sua volta aos folhetins após nove anos afastada. O retorno, no entanto, aconteceu dentro de um contexto mais flexível e alinhado às transformações do mercado audiovisual.
Carreira de Claudia Abreu
“Eu sempre procurei ter liberdade artística mesmo durante o meu contrato longo com a Globo“, contou em uma entrevista para o site Notícias da TV. Segundo ela, a relação com a emissora foi marcada pela transparência, o que permitiu pausas estratégicas para se dedicar ao cinema, ao teatro e a outros projetos. Essa postura acabou coincidindo com as mudanças recentes na política de contratação da empresa, beneficiando ambos os lados.
A adoção do contrato por obra ampliou as possibilidades profissionais de Cláudia Abreu, especialmente com a expansão do streaming no Brasil. A atriz passou a transitar entre TV aberta e plataformas digitais, atuando em produções como Sutura, do Prime Video, e conciliando novos convites sem restrições de exclusividade.
Trabalhos de atriz fora da Globo
Na série médica Sutura, que estreia no AXN em 31 de janeiro, Cláudia interpreta a Dra. Mancini, uma cirurgiã renomada e multifacetada. A produção acompanha também Ícaro (Humberto Morais), jovem médico da periferia de São Paulo, em uma trama que mistura drama, dilemas éticos e crítica social. Para a atriz, tanto na TV aberta quanto no streaming, o público está cada vez mais preparado para narrativas complexas e personagens humanos, distantes do maniqueísmo tradicional.