Famosos
Com quase 60, Heloisa Périssé diz que está vivendo uma nova adolescência ao lado da namorada
A atriz Heloisa Périssé celebrou publicamente sua atual fase de vida, a qual descreve como uma segunda adolescência aos 59 anos de idade. Em entrevista concedida ao jornal Extra, a artista detalhou as mudanças pessoais e profissionais que marcaram seu início de ciclo após o fim de um casamento de duas décadas.
A intérprete da vilã Zulma na novela Êta Mundo Melhor! assumiu recentemente seu relacionamento com a diretora Leticia Prisco. Segundo Heloisa Périssé, a maturidade atual é acompanhada por uma sensação de liberdade e autonomia financeira após a criação das filhas Luísa e Antônia.
A artista explicou que encara o período da menopausa e o crescimento das herdeiras como oportunidades para focar em sua própria trajetória. Ela destacou que nunca temeu o fenômeno do ninho vazio e sempre incentivou a independência das jovens para o mundo.
A nova fase de Heloisa Périssé
Sobre a exposição de sua vida pessoal, a atriz afirmou ao jornal Extra que lida com naturalidade diante do interesse do público e da imprensa. Heloisa Périssé ressaltou que não sente necessidade de oferecer explicações detalhadas sobre sua nova união afetiva ou escolhas privadas.
A decisão de namorar sem pressa para uma união estável imediata reflete um aprendizado sobre não sofrer por antecipação. A veterana pontuou que, diferentemente de relações passadas, prefere agora construir o novo vínculo de forma gradual e tranquila.
O trabalho em Êta Mundo Melhor! e superações
Na esfera profissional, Heloisa Périssé comentou os desafios de interpretar Zulma, sua primeira personagem vilã na teledramaturgia brasileira. Ela descreveu a personagem como uma figura complexa, cujas ações negativas derivam de uma trajetória humana marcada por erros e afetos distorcidos.
A saúde também foi pauta da conversa, com a atriz relembrando o diagnóstico de um câncer raro enfrentado no ano de 2019. De acordo com o jornal Extra, Heloisa Périssé rejeita o rótulo de guerreira e prefere encarar a recuperação como um processo de harmonização interna.