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Ex de Chaline Grazik entra na Justiça e acusa vidente de difamação, cancelamento e prejuízo financeiro
O embate judicial entre a vidente Chaline Grazik e seu ex-parceiro, Douglas Zarian, atingiu um novo patamar após o término da relação em novembro de 2025. O caso, que já repercutia na mídia devido a trocas de acusações públicas, avançou para a esfera legal com uma ação movida por Zarian.
Conforme revelado pela coluna de Fábia Oliveira, o processo expõe detalhes da vida em comum do casal, que possui dois filhos e aguarda a chegada do terceiro, fruto da gestação atual da influenciadora. Além do vínculo familiar, os dois mantinham uma colaboração profissional que foi desfeita junto com o matrimônio.
Acusações e difamação
No documento protocolado, Douglas Zarian argumenta que a separação foi motivada por um comportamento instável da ex-mulher, marcado por crises de ciúmes e atitudes impulsivas. Ele alega ser vítima de uma campanha de difamação estruturada por Chaline, incluindo insultos e constrangimentos perante o público.
Para fundamentar suas declarações, o autor da ação apresentou provas visuais de supostas agressões e contestou informações divulgadas pela vidente, que envolveriam relatos de infidelidade, negligência familiar e questões de saúde, classificando tais narrativas como inverídicas.
Pedidos judiciais e repercussão financeira
Douglas Zarian também responsabiliza a ex-companheira pelo que denomina como um processo de ‘cancelamento’, sustentando que a repercussão negativa gerada por ela causou a perda de seguidores, a rescisão de contratos e danos severos ao seu faturamento. Além disso, ele alega que foi privado do acesso a bens materiais e instrumentos de trabalho, fator que teria desestabilizado suas finanças e impedido sua retomada profissional.
Diante desse cenário, a ação judicial inclui pedidos de reparação por danos morais, a exigência de uma retratação pública nos perfis sociais de Chaline e o estabelecimento de multas caso ela volte a citá-lo. Zarian também questiona a validade de uma medida protetiva em vigor, afirmando que o recurso foi utilizado apenas como manobra para dificultar o convívio com os filhos. Por fim, ele requer a exclusão imediata de postagens ofensivas e a proibição de novas publicações sobre a disputa enquanto o tribunal analisa o mérito da causa.