Recentemente, o Brasil se deparou com um momento que trouxe à tona memórias de uma das bandas mais icônicas da história da música nacional. Jorge Santana, primo de Dinho, ex-vocalista do Mamonas Assassinas, compartilhou suas reflexões sobre a exumação dos corpos dos integrantes da banda, que tragicamente faleceram em um acidente aéreo em 1995. Essa triste ocasião não apenas reviveu a dor da perda, mas também trouxe à superfície a alegria e o legado deixado pelos artistas.
Fechando um Ciclo
Em uma entrevista à CNN Brasil, Jorge descreveu a exumação como “o fechamento de um ciclo”. Ele destacou que, apesar de já terem se passado 30 anos desde a tragédia, o momento foi carregado de emoção. “A memória do Dinho, em particular, é de uma pessoa alegre, festiva e irreverente”, disse ele. Contudo, ao se deparar com os restos mortais, a realidade era bem diferente. Ali estavam apenas vestígios do que um dia foram essas personalidades vibrantes, sem nenhuma conotação do que tinham sido em vida.
