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Foi isso que fizeram com a rã no programa do SBT que pode custar caro à emissora
Uma ação judicial movida por entidades de proteção animal trouxe novos detalhes sobre a participação de uma rã em um quadro do programa Domingo Legal, apresentado por Celso Portiolli no SBT. O caso passou a ser analisado pela Justiça de São Paulo após questionamentos sobre a forma como o animal foi utilizado durante a atração.
A decisão liminar concedida no processo determina que a emissora siga regras obrigatórias de proteção e bem-estar animal em qualquer conteúdo exibido. Entre as exigências, está o acompanhamento de um médico veterinário habilitado sempre que houver uso de animais em quadros de entretenimento.
Processo aponta o que foi feito com a rã no palco do SBT
O episódio em questão foi ao ar no dia 22 de março de 2026, durante um quadro que propunha desafios com alimentos incomuns. Na ocasião, uma rã foi retirada de um aquário e colocada sobre a mesa, passando a se deslocar pelo palco enquanto interagia com o ambiente do estúdio.
Segundo o processo, o animal foi submetido a diferentes formas de manipulação durante a gravação. O documento aponta que o animal “foi jogado, apertado e sacudido, submetido a intenso estresse, chegou a ser colocado dentro de um copo”, além de ter sido exposta à iluminação intensa e movimentação no local.

Caso da rã no SBT pode custar caro à emissora
A decisão estabelece que, em caso de descumprimento das medidas, poderá ser aplicada multa de R$ 100 mil por animal. As entidades responsáveis pela ação também pedem indenização por danos morais coletivos, retratação pública e a adoção de políticas internas voltadas ao bem-estar animal.