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Julia Almeida lembra um mês da partida de Manoel Carlos: ‘A morte é o único destino certo’

Julia Almeida lembra um mes da partida de Manoel Carlos

Nesta quarta-feira, 11/02, a atriz Julia Almeida compartilhou um desabafo em suas redes sociais ao recordar o primeiro mês de falecimento de seu pai, o renomado autor Manoel Carlos. No relato, Julia descreveu como tem lidado com o recolhimento e ressaltou a impressionante resiliência de sua mãe perante a perda do parceiro.

Ela abriu a reflexão afirmando que: “Ontem completou um mês da partida do meu pai. Talvez seja estranho admitir, mas a morte é o único destino certo — ainda que sejamos ensinados a acreditar apenas na permanência da vida”. Dando continuidade à homenagem, a atriz comentou sobre a postura de sua mãe, Bety, que foi casada com o escritor por quase 50 anos.

Força silenciosa materna

Julia confessou que houve um temor inicial sobre como ela reagiria, mas se surpreendeu com a postura adotada pela matriarca. Segundo o texto: “Entre tantas mensagens que recebo e agradeço, penso muito na minha mãe, Bety, que compartilhou 47 anos ao lado dele. Muitos imaginavam que ela iria desmoronar — eu mesma temi — mas o que vi foi o contrário: uma força silenciosa que nos aproximou ainda mais. A morte aproxima e também afasta, revelando a frequência e a verdade de cada encontro”.

Como foi o primeiro mês de luto

Além disso, Julia compartilhou que teve sonhos com o avô materno, projetando o encontro dele com seu pai em outro plano. Ela mencionou que guardou esses pensamentos para si durante algum tempo, até que sua mãe expressou o desejo de imaginar o pai de Julia sendo acolhido pelo avô Pedro. Com raízes bolivianas e acrianas por parte de mãe, e a forte influência de seu avô nordestino, um devoto de Xangô, Julia ressaltou como essa espiritualidade sólida sempre serviu de alicerce humano diante das complexidades da vida.

A descrição do avô reforça uma figura de impacto, comparada a um trovão por sua vitalidade, riso contagiante e sabedoria em curas tradicionais, como rezas e banhos de ervas. Julia descreveu essa relação como uma forma de ancestralidade ativa, destacando que o vínculo profundo cultivado na infância permanece vivo, transformando-se em novas formas de conexão ao longo dos anos.

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