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Médico analisa caso clínico de Isabel Veloso com três internações em 24 horas: ‘Urgência’

Isabel Veloso (foto Reprodução Redes Sociais)

“Não existe nenhuma relação entre linfoma e pedra na vesícula, mas a pedra na vesícula pode atuar como um fator complicador. Ou seja, se essa paciente, agora fazendo o tratamento dela do linfoma, tem uma crise de vesícula, isso pode ser ruim, porque vai ter dor, vai passar mal, vai vomitar, vai ter que tomar remédio. E pode acontecer, inclusive, de ter uma crise mais grave, uma colecistite aguda, que pode até gerar a necessidade de uma cirurgia”, explica.

“Então, não seria um bom momento para fazer a cirurgia no meio de um tratamento de linfoma. Isso vai ser feito só se houver uma emergência da vesícula, um quadro agudo que não melhore. Mas, vai tentar fazer o tratamento. Eventualmente, se tiver dor na vesícula, vai tomar uma médica e, em geral, o que a gente recomenda é um antiespasmódico, uma medicação para tirar a contração da musculatura da vesícula, e evitar a crise aguda. Agora corre o risco de, até de uma hora para outra, ela ter uma dor aguda que não melhore e ter que fazer uma cirurgia em pleno tratamento do linfoma”, acrescenta.

Especialista

O especialista em Cirurgia Digestiva ainda ressalta que o diagnóstico de pedra na vesícula é algo rápido e fácil de ser realizado em hospitais, mas que algumas circunstâncias podem ter contribuído para Isabel Veloso retornar ao atendimento três vezes em 24 horas: “Provavelmente, a demora foi que o hospital que ela foi não tinha o exame disponível naquele momento ou o médico que a atendeu não imaginou que fosse pedra na vesícula. Ele imaginou que fosse gastrite, pensou que fosse algo alimentar em relação à refeição e não fez a hipótese diagnóstica de problema de vesícula”.

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