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Mulher condenada por racismo contra filha de Bruno Gagliasso pode ter que pagar multa; saiba o valor
Nesta terça-feira (18), uma petição foi apresentada à Justiça em nome de Bruno Gagliasso, Giovanna Ewbank e da filha Chissomo para solicitar ações coercitivas contra Dayane Alcantara Couto de Andrade, condenada por racismo após ofensas dirigidas à criança em 2017. O pedido inclui o bloqueio de cartões, restrições para conduzir veículos nos Estados Unidos e em países europeus, além da cobrança de valores que superam meio milhão de reais. As informações são do O Globo.
O documento foi protocolado diante da inadimplência da condenada, conhecida como Day McCarthy, que responde a processos cível e criminal relacionados às agressões verbais direcionadas à menina. Em 2024, a Justiça Federal impôs pena superior a oito anos de prisão, em regime fechado, mas a condenada permanece solta e sem quitar a indenização estipulada.




Andamento das ações judiciais
A ofensiva judicial da família considera que, em 2021, após nova manifestação ofensiva da ré nas redes sociais, o caso voltou a avançar. A denúncia formalizada no período destacou termos dirigidos à criança, entre eles as expressões “macaca” e “nariz de preto horrível”. Como a ré não foi encontrada, o julgamento ocorreu sem comparecimento.
O advogado Alexandre Celano, representante de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, afirma que a família busca medidas que restrinjam a liberdade de locomoção e o uso de documentos da condenada, como passaportes e autorizações para dirigir no Brasil, nos Estados Unidos e na União Europeia. Segundo o defensor, o objetivo é assegurar o cumprimento da decisão judicial e o pagamento da indenização, hoje atualizada para mais de R$ 518 mil.
A petição cita conteúdos publicados por Dayane Alcantara Couto de Andrade na internet, em que são mostrados itens de alto valor, viagens e acessórios de luxo, utilizados pelos representantes legais da família como argumento para reforçar a necessidade de medidas que garantam a execução da dívida.