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Natacha Horana, ex-bailarina do Faustão, abre o coração um ano após deixar a prisão: ‘Eu passei por…’
A modelo e ex-bailarina do Faustão Natacha Horana completa um ano em liberdade após o período em que esteve detida. A profissional, que ganhou notoriedade nacional ao integrar o corpo de dança do programa dominical da TV Globo, foi presa em novembro de 2024. Naquela ocasião, as autoridades a investigaram por um suposto envolvimento com organizações criminosas e práticas de lavagem de dinheiro, resultando em uma reclusão que durou aproximadamente quatro meses.
Atualmente, aos 34 anos, a dançarina aborda publicamente a fase de adaptação que enfrenta desde que deixou o sistema prisional. Ela relata que a retomada de sua rotina exigiu mudanças significativas em sua perspectiva pessoal. “Existe um processo interno muito profundo. Eu precisei reaprender muita coisa sobre mim, sobre as pessoas e sobre o mundo. Também precisei aceitar que eu não era mais a mesma pessoa de antes”, diz.
Traumas e reconstrução de Natacha Horana
O período de encarceramento gerou impactos duradouros na vida da artista, que afirma ainda carregar marcas daquela vivência. A privação de liberdade trouxe desafios emocionais que ela tenta superar diariamente. Sobre essa etapa de sua trajetória, ela detalha os sentimentos enfrentados durante os meses de confinamento: “Eu passei por momentos muito difíceis, de medo, de tristeza, de isolamento, e precisei me reconstruir aos poucos”, reflete.
Para conseguir lidar com as consequências do período em que esteve detida, a ex-integrante do balé televisivo recorreu ao acompanhamento psicológico profissional. Após os eventos ocorridos, ela desenvolveu síndrome do pânico e enfrentou episódios de crises de tensão emocional. O suporte terapêutico tornou-se a principal ferramenta para o seu restabelecimento diário e para a manutenção do seu bem-estar clínico.
Apoio psicológico da ex-bailarina do Faustão
A continuidade do tratamento especializado tem sido fundamental para que ela consiga estruturar sua nova realidade fora das grades. A profissional destaca a importância desse cuidado contínuo para processar os acontecimentos recentes de sua vida e conseguir seguir em frente com seus projetos. “O tratamento me ajudou muito nesse processo de reconstrução. Eu acho que cuidar da saúde mental é algo essencial, principalmente depois de experiências tão intensas.”