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Por que o novo “Superpop”, sob comando de Cariúcha, não será ao vivo? Saiba o motivo
A mudança já chama atenção nos bastidores: o novo “Superpop”, agora com Cariúcha no comando, não será exibido ao vivo. Diferentemente do que acontecia na fase anterior, com Luciana Gimenez à frente, a atração passará a ser gravada.
Segundo fontes ouvidas pelo portal LeoDias, a decisão tem um motivo bem objetivo: proteção. A avaliação interna é de que o formato gravado oferece maior segurança neste momento de transição. Evita riscos, reduz exposição desnecessária e permite eventuais ajustes antes da exibição.
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Há também o entendimento de que a estreia de Cariúcha no comando exige um período de adaptação. O programa ao vivo, como se sabe, não permite margem para correções. Gravado, tudo pode ser calibrado: do ritmo às intervenções, passando pelo tom editorial.
Há também um outro fator que pesa nessa escolha: o programa terá investimento maior em externas. A proposta agora é ampliar a presença fora do estúdio, com reportagens em comunidades, viagens e pautas espalhadas pelo país. Esse novo desenho exige planejamento e organização de conteúdo, o que conversa melhor, ao menos neste início, com o formato gravado.
Pessoas ligadas à apresentadora afirmam que ela não impôs qualquer condição. Está ali para cumprir o que foi determinado pela emissora. Não houve pedido por formato gravado nem resistência ao programa ao vivo. A decisão partiu da direção.
O fato é que o “Superpop”, historicamente associado à espontaneidade do ao vivo, entra agora em uma nova fase. Se essa será uma estratégia temporária ou um caminho definitivo para o programa sob o comando de Cariúcha, só o tempo vai dizer.


