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Tapa-sexo de Virginia Fonseca cai em pleno desfile; regulamento é claro sobre adereço
A influenciadora Virginia Fonseca enfrentou imprevistos durante sua estreia como rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio, na madrugada desta quarta-feira (18), último dia de desfiles do Grupo Especial. O Carnaval do Rio de Janeiro é marcado por luxo e grandiosidade, mas também exige resistência física. Logo nos primeiros minutos na Marquês de Sapucaí, a empresária precisou lidar com dificuldades relacionadas à fantasia.
O principal problema foi o costeiro, adereço traseiro que pesava cerca de 12 quilos. O acessório acabou sendo retirado algumas vezes ao longo do percurso devido às dores relatadas pela rainha de bateria. Em determinado momento, Virginia atravessou o setor conhecido como Módulo 4 — área de julgamento — sem o costeiro, o que gerou questionamentos sobre possível impacto na nota do quesito Fantasias.
Virginia Fonseca desfila pela Grande Rio
De acordo com o regulamento da Liesa, responsável pelos desfiles do Grupo Especial, não há menção específica ao cargo de rainha de bateria. As regras avaliam os componentes de forma geral dentro dos nove quesitos oficiais. No item Fantasias, são analisados critérios como criatividade, acabamento, concepção e realização, com notas que variam de 9 a 10 pontos.
Tapa-sexo descola durante desfile no Carnaval
Outro ponto que chamou atenção foi o tapa-sexo utilizado por Virginia. Durante o desfile, a peça apresentou um leve descolamento parcial. Isso significa que a extremidade do adereço soltou discretamente da pele, mas permaneceu presa ao corpo, sem cair.

É importante esclarecer que, apesar do pequeno deslocamento, não houve exposição de partes íntimas. A Liesa prevê punição de 0,5 ponto caso qualquer integrante desfile com a genitália totalmente à mostra, o que não aconteceu. Portanto, a Grande Rio não infringiu as normas nesse aspecto.