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Vídeo – Luana Piovani critica evangélicos atuais: ‘Agora virou uma indústria política’
Ao participar do videocast Conversa Vai, Conversa Vem, apresentado pela jornalista Maria Fortuna, do jornal O Globo, a atriz Luana Piovani compartilhou suas reflexões sobre a hostilidade direcionada aos evangélicos. Quando indagada sobre a existência desse preconceito, a artista defendeu que a percepção negativa tem fundamentos reais baseados no comportamento atual de muitos integrantes desse grupo, questionando como se poderia ignorar o que está acontecendo no cenário contemporâneo.
Demonstrando profunda indignação, ela comparou a postura atual com os valores familiares que recebeu, chegando a afirmar que o estereótipo do evangélico moderno se tornou um exemplo de conduta desprezível por representar alguém incapaz de aceitar a diversidade ou de respeitar formas distintas de vivenciar o amor.
Fé mercantilizada criticada
A artista criticou duramente a postura de intolerância e a transformação da fé em um mercado de influência, ressaltando que esse grupo: “Não respeita a fé do outro e que agora virou uma indústria política, que não tem nada a ver”.
Luana Piovani sobre evangélicos:
“O evangélico de hoje é o que há de PIOR no ser humano, virou protótipo de um ser desprezível, de alguém que não respeita uma diferença… A maioria dos evangélicos hoje, de tudo que a gente vê na televisão, é uma raça que de amor e de Deus não… pic.twitter.com/7Tn5jFp5qW
— QG do POP (@QGdoPOP)
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Luana Piovani trouxe à tona a herança moral deixada por sua avó para evidenciar o contraste com o cenário religioso atual, sugerindo que sua antepassada ficaria desapontada com a situação presente, embora se orgulhasse da capacidade analítica da neta. A atriz enfatizou que as atitudes que presencia hoje divergem totalmente dos ensinamentos que recebeu em sua criação e no ambiente eclesiástico de antigamente.
Espiritualidade com amor
Ao encerrar sua reflexão, ela advogou por uma conexão espiritual fundamentada na empatia e na aceitação, sustentando que a verdadeira religião deve celebrar a natureza, a humanidade e a diversidade. Para a artista, a essência do divino se manifesta unicamente através do amor, independentemente das diferentes nomenclaturas que Deus possa receber.