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Vídeo: Paolla Oliveira se indigna com morte de cão em Florianópolis e cobra justiça
A repercussão em torno da morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis, segue gerando forte mobilização digital e atraindo a atenção de figuras públicas. Recentemente, a atriz Paolla Oliveira utilizou suas redes sociais para expressar profunda tristeza e indignação sobre o ocorrido.
Visivelmente emocionada, ela criticou a conduta dos adolescentes investigados pelas agressões que resultaram na eutanásia do animal, chegando a classificá-los como criminosos. Durante seu desabafo, a artista ressaltou a importância de interromper o cotidiano para denunciar tamanha brutalidade, questionando qual seria a justificativa para um ataque tão cruel contra um ser indefeso e querido pela vizinhança. Paolla ainda demonstrou preocupação com o futuro, refletindo que jovens capazes de agir com tamanha frieza e violência levantam sérias dúvidas sobre o tipo de adultos que virão a ser.
Indignação, impunidade e alerta social
No decorrer de sua fala, a artista demonstrou profunda sensibilidade ao abordar a percepção de impunidade e o contexto social dos responsáveis pelo ato. Em um momento de desabafo, ela contrastou a vida privilegiada de um dos envolvidos com a angústia coletiva, afirmando que, enquanto um deles viaja ao exterior, o público mal consegue processar tamanha brutalidade.
Paolla enfatizou que a sociedade não deve tratar o inaceitável como algo comum e estabeleceu um paralelo entre esse crime e outras formas graves de violência, como o feminicídio, sugerindo que a banalização dessas atrocidades expõe lacunas críticas na estrutura social.
Justiça e consciência
Ao finalizar sua mensagem, a atriz insistiu que o episódio não pode cair no esquecimento e deve ser transformado em uma oportunidade de reflexão para todos. Embora tenha lamentado que o cão Orelha não possa mais ser trazido de volta, ela ressaltou que a luta atual é por justiça e pela formação de uma consciência coletiva.
Para ela, o objetivo principal da mobilização é garantir que as pessoas que compõem a sociedade, hoje e no futuro, ajam com o mínimo de responsabilidade e empatia, reforçando a necessidade de acompanhar de perto o desfecho das investigações.