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Atriz da Globo viveu terror com irmão no Haiti durante terremoto e verdade vem à tona após anos
O confronto entre Brasil e Haiti na Copa do Mundo de 2026 trouxe à tona uma recordação delicada na trajetória da atriz Christine Fernandes. Durante o período em que integrava o elenco da novela Viver a Vida, na Globo, em 2010, a artista viveu dias de intensa angústia devido ao terremoto que assolou Porto Príncipe, causando a morte de mais de 200 mil pessoas.
A preocupação da atriz concentrava-se no paradeiro de seu irmão, Léo, que havia desembarcado de um navio no país momentos depois do desastre natural. O fato fez com que a família perdesse totalmente o contato com ele. Em publicações feitas em seu blog na época, Christine compartilhou a aflição provocada pela falta de informações, mencionando que a família não conseguia estabelecer comunicação desde que ele confirmara a decisão de seguir com o cronograma da viagem.
Solidariedade e alívio
Em meio ao drama pessoal, a atriz também manifestou sua solidariedade aos haitianos, declarando que, embora não defendesse a vitimização, sentia-se profundamente comovida e mobilizada pela situação daquele país, que, segundo ela, apresentava diversas semelhanças com o Brasil. Após quatro dias de profunda incerteza, a atriz finalmente obteve notícias sobre Léo, experimentando um imenso alívio ao confirmar que ele estava vivo, apesar de as comunicações na ilha continuarem precárias e ele permanecer incomunicável como os demais habitantes.
Em um novo desabafo, ela descreveu o misto de emoções ao saber do estado do irmão, que se mantinha em meio ao cenário caótico da região. Essa vivência traumática despertou em Christine uma reflexão mais profunda acerca da fragilidade da existência e da necessidade de empatia em momentos de calamidade.
Gratidão e reflexão profunda
Ao traçar um paralelo com a experiência de sua irmã, Gisela, que sobreviveu aos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos, a atriz expressou sua gratidão pelo bem-estar do irmão e o desejo de que esses episódios difíceis, que atingem pessoas próximas, sirvam para tornar os indivíduos mais humanos. Passados anos do ocorrido, esse capítulo permanece como um dos episódios mais marcantes e comoventes na trajetória pessoal da artista.