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Azulão, que morreu aos 95 anos, sonhava em reencontrar Ratinho
A filha de Azulão, Clara Pereira, revelou que o assistente de palco tinha o desejo de voltar a trabalhar com Ratinho antes de morrer. A declaração foi publicada nos comentários de uma homenagem feita pelo apresentador nas redes sociais e repercutiu após a confirmação da morte do funcionário.
De acordo com o portal Notícias da TV, Clara afirmou que o pai costumava recordar com carinho o período em que trabalhou ao lado de Ratinho e dizia que o apresentador havia transformado sua vida. Na mensagem, ela também destacou que Azulão enfrentou a doença com coragem até os últimos momentos e agradeceu pela homenagem prestada.
Outra manifestação veio de Priscila Freitas, que afirmou ter cuidado de Azulão nos últimos anos e revelou que ele sempre mencionava Ratinho com admiração. Clara reagiu à publicação com emojis emocionados, reforçando o sentimento despertado pelas lembranças compartilhadas no perfil do apresentador.
Ratinho presta homenagem e relembra amizade com Azulão
Na publicação, Ratinho compartilhou uma fotografia ao lado de Azulão registrada nos tempos em que trabalharam juntos no programa Ratinho Livre, exibido pela Record entre 1997 e 1998. O apresentador afirmou que sente saudades do amigo e destacou que ele deixou uma história marcante para todos que conviveram com ele.
Ainda na homenagem, Ratinho afirmou que a luta de Azulão chegou ao fim, mas ressaltou que seu legado permanece vivo entre familiares, amigos e colegas de profissão. O apresentador encerrou a mensagem desejando que Deus recebesse o antigo companheiro e manifestando a esperança de um reencontro no futuro.
Record marca trajetória de 56 anos de Azulão
Azulão morreu no último dia 17 após enfrentar problemas de saúde. Ele sofreu um AVC em 2025, convivia com diabetes, realizava sessões de hemodiálise e permaneceu internado por 15 dias antes do falecimento.
Dias depois da morte do pai, Clara Pereira visitou a sede da Record para tratar de assuntos com o setor de Recursos Humanos e acabou conhecendo os corredores e estúdios onde Azulão trabalhou durante 56 anos. Ela contou que ouviu relatos de diversos colegas sobre o carinho que o pai tinha pela emissora e revelou ter se emocionado ao descobrir que muitos já conheciam sua história por meio das conversas e da música que Azulão havia feito para ela.