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Bomba! Este seria o verdadeiro motivo da suposta investigação da Polícia Federal contra Virginia Fonseca

Bomba Este seria o verdadeiro motivo da suposta investigacao da

A influenciadora Virginia Fonseca é alvo de investigação da Polícia Federal, segundo a revista Piauí. O procedimento partiu de dados dos Relatórios de Inteligência Financeira do Coaf. O objetivo das autoridades é checar a legalidade das transações ligadas à empresária, bem como a origem dos recursos movimentados, a eventual prática de crimes financeiros, fiscais e de lavagem de dinheiro.

Os documentos apontam dúvidas sobre os fluxos de caixa de suas marcas. A Talismã Digital recebeu 22,4 milhões de reais em 2024, majoritariamente de uma empresa do Simples Nacional. Já a Wpink Suplementos movimentou 43,6 milhões de reais em créditos no início de 2025, valor supostamente incompatível com o faturamento. A Wepink Cosméticos também registrou 190 depósitos fracionados em caixas eletrônicos, somando 502 mil reais, prática que dificulta o rastreio.

Investigação da Polícia Federal sobre as empresas de Virginia Fonseca

A equipe jurídica da influenciadora negou irregularidades, afirmando que as notas fiscais foram emitidas e declaradas aos órgãos responsáveis. O advogado Michel Saliba, que atua na defesa da empresária, foi procurado pela imprensa, mas preferiu não se aprofundar no tema. Sobre o andamento do caso, o representante legal afirmou apenas que: “Por enquanto, ainda não tenho posição definida se falarei ou não a respeito”.

Antes da publicação da reportagem, a empresária usou as redes sociais para desabafar sobre críticas aos seus empreendimentos. Sem citar a ação policial, ela relatou a desconfiança do público. “Quando construí empresas do zero, fui julgada. Me lembro de quando diziam que não duraria um ano. Depois que era barato demais. Depois que era sorte. E quando já não existia mais o que dizer, começaram a questionar os métodos, os números e os resultados. Os números das empresas que construímos com tanto trabalho passaram a ser questionados, mesmo sendo auditados por uma das maiores empresas de auditoria“, publicou.

Histórico de Virginia Fonseca na CPI das Bets e relatórios do Coaf

O escrutínio sobre as finanças da criadora de conteúdo ocorreu também na CPI das Bets. Em maio de 2025, parlamentares pediram que o Coaf mapeasse as contas da empresária. Na ocasião, Michel Saliba criticou a comissão. “Apesar de a minha cliente ter convicção de que todos os seus atos foram lícitos, eu entendo como desnecessária a medida relativa ao Coaf, pela simples lógica de que a CPI conferiu a uma testemunha transparente o tratamento de investigada. Mas, repito, todas as movimentações financeiras da empresa e da Virgínia são lícitas”, defendeu o advogado.

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