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Celso Portiolli rompe o silêncio e toma atitude drástica após virar alvo de processo na Justiça

Celso Portiolli rompe o silencio e toma atitude drastica apos

O apresentador Celso Portiolli e a emissora SBT respondem a uma ação civil pública movida por entidades de proteção animal devido a uma dinâmica exibida no programa Domingo Legal. O caso teve início em abril deste ano, quando um quadro televisivo utilizou uma rã ao vivo. As organizações responsáveis pelo processo argumentam que o anfíbio foi exposto a um ambiente inadequado nos estúdios de gravação, o que motivou a abertura do litígio judicial contra o comunicador e o canal paulista.

Na petição, as associações afirmam que o animal sofreu manuseio incorreto e foi submetido ao excesso de iluminação e ruídos sonoros característicos de um programa de auditório. A Justiça já concedeu uma decisão liminar favorável às autoras, estabelecendo restrições rigorosas quanto à presença de animais nas produções da emissora. O descumprimento dessa medida cautelar pode resultar em uma multa de R$ 100 mil. Além disso, as entidades solicitam o pagamento de indenização por danos morais coletivos e uma retratação pública.

Defesa de Celso Portiolli no processo do SBT

A equipe jurídica do artista anexou a contestação oficial aos autos do litígio no início de junho. No documento, o contratado da emissora rebateu as acusações formuladas pelas ONGs, classificando as narrativas sobre o suposto sofrimento do anfíbio como “exacerbadas”. O comunicador argumentou que manteve uma postura de respeito durante a atração e negou qualquer intenção de causar danos ao bicho, ressaltando que manifestou preocupação com o bem-estar da rã durante a transmissão televisiva.

Em sua argumentação, o apresentador explicou que não foi o idealizador da dinâmica, limitando-se a executar sua função de comandar o programa dominical. Por esse motivo, a defesa solicitou formalmente que o cliente possa “ser excluído do banco de réus” da ação civil pública. Os advogados também questionaram a validade das provas apresentadas pelas instituições de defesa animal, apontando falhas na metodologia utilizada para atestar os supostos danos físicos e psicológicos causados ao anfíbio.

Laudo veterinário da rã no Domingo Legal

A contestação técnica apresentada pelos representantes legais do comunicador ataca diretamente o parecer veterinário incluído na petição inicial. Segundo a defesa, o laudo carece de validade científica por ter sido elaborado sem a realização de exames clínicos presenciais no animal. Os advogados destacam que as conclusões dos especialistas foram baseadas exclusivamente na análise de fotografias e vídeos do programa. O documento finaliza argumentando que reações comportamentais momentâneas não configuram crueldade e não comprovam a ocorrência de traumas.

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