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Celso Portiolli toma atitude drástica na Justiça após ser processado por maus-tratos a animal
O apresentador Celso Portiolli e a emissora SBT passam por um cenário judicial complexo após a formalização da defesa em uma Ação Civil Pública instaurada por organizações de defesa dos animais. O litígio surgiu em abril de 2026, motivado por uma atividade envolvendo uma rã realizada durante a exibição do programa Domingo Legal.
As instituições responsáveis pela denúncia argumentam que o animal sofreu com níveis elevados de estresse, manipulação incorreta e a exposição a condições ambientais inapropriadas, como o barulho e a luminosidade intensa do estúdio. Sob essa ótica, as entidades defendem que a finalidade de produzir entretenimento televisivo não justifica o que definiram como maus-tratos contra o espécime.
Multa por descumprimento
Como desdobramento deste processo, o SBT já foi alvo de uma decisão liminar que estabelece restrições rígidas à utilização de animais em suas produções, estabelecendo uma multa de 100 mil reais para cada eventual descumprimento.
Além dessa penalidade pecuniária, o pedido judicial inclui a exigência de uma indenização por danos morais coletivos, a cessação imediata desse tipo de dinâmica e a obrigatoriedade de que tanto a emissora quanto o apresentador realizem uma retratação pública.
Apresentador rebate acusações e pede exclusão do processo
Em 9 de junho de 2026, a defesa de Celso Portiolli foi oficialmente incluída no processo. O apresentador refutou categoricamente as acusações feitas pelas organizações de proteção animal, descrevendo as alegações de que o animal teria sofrido estresse ou maus-tratos como exageradas. Sustentando que sempre agiu com respeito e cuidado durante suas participações, ele solicitou formalmente sua exclusão do processo judicial.