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Comunicado é emitido e irmã de Deolane desabafa: ‘Admitir que…’
A nova prisão de Deolane Bezerra, realizada na manhã desta quinta-feira (21), provocou reação imediata da família da influenciadora. Poucas horas após a Polícia Civil de São Paulo deflagrar a Operação Vérnix, Daniele Bezerra utilizou as redes sociais para sair em defesa da irmã e criticar duramente a forma como o caso vem sendo tratado publicamente. A advogada classificou a situação como mais um episódio de perseguição envolvendo o nome da empresária.
No desabafo publicado no Instagram, Daniele demonstrou indignação com a repercussão do caso e afirmou que a prisão estaria sendo sustentada por interpretações sem comprovação definitiva. “Hoje, mais uma vez, tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações. Acusar é fácil. Difícil é provar”, escreveu ela, em um dos trechos que mais repercutiram nas redes sociais.
Defesa da família ganha repercussão
Além de defender Deolane, Daniele Bezerra também criticou o que considera um julgamento antecipado promovido pela opinião pública. Segundo ela, o sistema judicial não pode ser transformado em espetáculo midiático. “Não se pode admitir que a Justiça seja usada como espetáculo, nem que pessoas sejam tratadas como culpadas antes do devido processo legal”, afirmou a irmã da influenciadora.
Ainda na publicação, Daniele disse acreditar que a exposição do caso ultrapassou os limites legais e reforçou a confiança da família na inocência de Deolane. “Seguiremos confiando na verdade, na Justiça e no direito de defesa, porque perseguição continua sendo perseguição, mesmo quando tentam dar a ela outro nome”, declarou a advogada ao encerrar o comunicado.
Operação investiga lavagem de dinheiro
Deolane Bezerra foi presa durante uma operação que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado a uma facção criminosa. Segundo os investigadores, a influenciadora teria utilizado contas pessoais para movimentar valores relacionados a uma transportadora suspeita de atuar no esquema. A polícia também solicitou o bloqueio de veículos avaliados em cerca de R$ 8 milhões e o congelamento de mais de R$ 300 milhões em contas ligadas aos investigados.
A prisão desta quinta também reacendeu lembranças da operação realizada em 2024, quando Deolane e a mãe foram presas preventivamente durante uma investigação sobre jogos ilegais e lavagem de dinheiro. Na ocasião, a empresária chegou a cumprir prisão domiciliar, mas retornou ao sistema prisional após descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça. Posteriormente, ela foi liberada após cerca de 20 dias detida.