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Daniel Alves é julgado e discordâncias em depoimentos podem ajudar o jogador: ‘Não foi tão traumática’













Os peritos e profissionais de saúde deram seus relatos diante do caso e alguns deles apresentam discordâncias em relação ao que acreditam ter acontecido.



O julgamento de Daniel Alves chegou ao fim na Espanha, e o Ministério Público pediu nove anos de prisão por agressão sexual, podendo chegar a 12 anos.

O último dia de audiência incluiu depoimentos longos dos peritos forenses sobre os sintomas psicológicos da vítima e a embriaguez do jogador na noite do incidente.

Daniel Alves afirmou novamente que houve sexo consensual com a jovem de 23 anos. Durante o julgamento, os peritos e profissionais da saúde envolvidos no caso deram o seu relato sobre como enxergam a situação.

E a maioria dos peritos forenses concordaram sobre os sintomas pós-traumáticos da vítima e afirmaram que seus depoimentos não pareciam exagerados ou simulados.

A análise psicológica da jovem não indicou sinais de simulação, e os especialistas destacaram sua coerência e educação ao relatar os acontecimentos.

Porém, alguns profissionais, contratados pela defesa do jogador, saíram em sua defesa e poderão ajudar o atleta durante o seu julgamento. Ele afirma que a relação teria sido consensual.

“A ausência até mesmo de inchaço (na região íntima) me faz pensar que a relação sexual não foi tão traumática”, disse um dos peritos, contratados pela defesa do famoso atleta brasileiro.

O jogador está preso preventivamente desde janeiro de 2023, e a decisão final será anunciada em até duas semanas. A acusação pediu a pena máxima de 12 anos.

Durante o julgamento, a defesa argumentou que o encontro foi consensual, enquanto a acusação afirmou que a vítima estava em estado de choque e não podia consentir.








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