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Dayanne Bezerra desabafa sobre denúncia do MP contra Deolane e aponta humilhações: ‘Vão lembrar’
Dayanne Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, recorreu às redes sociais para expressar seu descontentamento e tristeza diante da denúncia oferecida pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) contra a influenciadora. Em um desabafo reflexivo, ela abordou as ‘humilhações’ que o grupo familiar vem enfrentando, ao passo que a equipe jurídica de Deolane emitiu uma nota oficial criticando os procedimentos do caso.
Atualmente, a influenciadora permanece detida na Cadeia Feminina de Tupi Paulista, localizada no interior paulista. Sobre a situação, Dayanne escreveu: “Um dia vão olhar para você, vão lembrar das humilhações que viram você passar. Vão lembrar das palavras contrárias que falavam para você, e vão dizer: Eu quero servir esse Deus que ela/ele serve. Deus faz”.
Nota da defesa
Pouco tempo depois, a equipe jurídica de Deolane Bezerra, composta pelos advogados Aury Lopes Jr., Josimary Rocha, Rogério Nunes e Luiz Ricardo Imparato, emitiu um comunicado manifestando descontentamento com o vazamento da denúncia do Ministério Público para a mídia antes mesmo que eles fossem formalmente notificados.
Os defensores ressaltaram que ainda não puderam examinar a acusação, mas asseguraram que, assim que forem citados, apresentarão os esclarecimentos necessários. A nota reforça a inocência de Deolane, negando qualquer envolvimento dela com organizações criminosas ou a prática de delitos, pontos que os advogados afirmam que serão demonstrados durante o curso do processo.
Denúncia
O promotor Lincoln Gakiya apresentou uma denúncia contra a influenciadora Deolane Bezerra e figuras centrais do PCC, incluindo Marcola, por crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. De acordo com as investigações, Deolane, que se encontra detida desde maio, teria se aproveitado de sua influência e notoriedade para ocultar rendimentos provenientes do tráfico de drogas da facção.
A apuração aponta que, no período compreendido entre 2018 e 2022, a influenciadora teria movimentado montantes expressivos, totalizando R$ 13,6 milhões em suas contas bancárias particulares e outros R$ 14 milhões vinculados às suas empresas. Além dela e dos líderes da facção, o operador financeiro da organização também foi incluído na acusação formal.