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Documentário póstumo revela desejo final de Preta Gil sobre sua luta contra o câncer no intestino
A trajetória de uma das artistas mais admiradas do cenário brasileiro será revisitada em um documentário intimista e sensível, que marca o primeiro aniversário do seu falecimento. Preta Gil nos deixou aos 50 anos, em 20 de julho de 2025, devido a complicações de um câncer no intestino, e o filme chega como uma homenagem póstuma à sua vida. Intitulado Preta – Eu Não Ando Só, o documentário foi um desejo da própria cantora, que reuniu registros pessoais captados durante seu tratamento para compor a narrativa.
Em entrevista à revista Quem, a diretora artística Mônica Almeida contou que o projeto surgiu em 2023, quando Preta expressou o desejo de criar algo verdadeiro e profundo, sendo registrado por amigos próximos e por ela mesma. Segundo Mônica, a obra acompanhou a evolução da artista e foi sendo moldada organicamente ao longo de toda a sua jornada.
Intimidade, dores e a gigante vontade de viver
A essência radiante e a franqueza que sempre definiram a filha de Gilberto Gil são os fios condutores desta obra. Conforme aponta a diretora Sandra Kogut, o documentário alcança um equilíbrio sensível ao mesclar a fragilidade dos episódios mais complexos com a alegria contagiante que era característica da cantora.
Segundo Kogut, a produção aproxima o público da intimidade de Preta ao mesmo tempo em que dimensiona sua grandiosidade como artista e ser humano.
Documentário celebra legado de Preta
O longa celebra a vitalidade intensa, o riso fácil e o desejo inabalável de viver que prevaleciam mesmo em meio ao tratamento, retratando com honestidade tanto o sofrimento e as lágrimas quanto a coragem de uma mulher que escolheu se revelar ao mundo de peito aberto.