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Este foi o motivo real que fez Gisele Bündchen desistir do veganismo mesmo com acompanhamento profissional
A decisão de Gisele Bündchen de abandonar a dieta vegana voltou a repercutir após a própria modelo detalhar sua experiência em um novo livro. Conhecida por manter um estilo de vida saudável e disciplinado ao longo da carreira, ela revelou que nem sempre seguir uma alimentação baseada apenas em plantas trouxe os resultados esperados. Pelo contrário, o processo exigiu uma reavaliação profunda sobre o que realmente funcionava para o seu organismo.
Durante anos, a modelo tentou manter uma rotina alimentar vegana com acompanhamento profissional, buscando equilibrar nutrientes e preservar sua saúde. No entanto, mesmo com planejamento rigoroso, ela começou a perceber sinais de que algo não ia bem. O corpo passou a responder de forma negativa, o que a levou a questionar se aquele estilo de alimentação era, de fato, adequado para sua realidade individual.
Problemas de saúde surgem
Entre os principais fatores que motivaram a mudança estão questões de saúde que se tornaram recorrentes. Gisele enfrentou episódios de anemia e dificuldade para manter níveis adequados de ferro, mesmo com suplementação e dieta equilibrada. Além disso, o consumo elevado de leguminosas — utilizado para substituir proteínas animais — provocava desconfortos digestivos como inchaço e gases frequentes.
Esses sintomas persistentes foram decisivos para que ela reconsiderasse sua alimentação. A orientação médica teve papel fundamental nesse processo, já que especialistas indicaram a reintrodução de proteínas de origem animal como forma de recuperar energia e estabilizar sua saúde.
Nova abordagem alimentar
Após essa fase, Gisele adotou uma postura mais flexível em relação à dieta. Atualmente, ela segue uma abordagem equilibrada, baseada majoritariamente em vegetais, mas sem abrir mão completamente de alimentos de origem animal. Esse modelo, muitas vezes descrito como 80/20, prioriza o bem-estar acima de rótulos rígidos.
A experiência levou a modelo a defender que não existe uma dieta universal perfeita, mas sim aquela que respeita as necessidades individuais de cada corpo. Ao compartilhar sua trajetória, ela reforça a importância de ouvir os sinais do organismo e adaptar hábitos de acordo com a própria saúde, em vez de seguir padrões alimentares de forma inflexível.