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Ex-genro de Ana Maria foi preso antes do fim do casamento e detalhes são revelados: ‘O consulado da Colômbia…’

Ex genro de Ana Maria foi preso antes do fim do

Badarik González, ex-genro da apresentadora Ana Maria Braga, voltou a chamar atenção após vir à tona que ele foi preso em flagrante em Minas Gerais antes de o fim do casamento com Mariana Maffeis ganhar repercussão.

O colombiano, que atualmente enfrenta uma disputa judicial com a filha da apresentadora, é investigado por suspeita de furtar um anel de prata durante um festival realizado em Ipoema, distrito de Itabira. O caso ocorreu recentemente e terminou com a concessão de liberdade provisória pela Justiça.

Badarik se manifestou

De acordo com a decisão judicial, Badarik é suspeito de retirar um anel de prata de um estande sem autorização. Conforme o relato da vítima, ele se aproximou da barraca e perguntou se poderia ficar com algumas joias expostas à venda.

Após receber uma resposta negativa, teria pegado um dos anéis e deixado o local. Ainda segundo o depoimento, momentos antes ele comentou que “meteria a faca” caso alguém atrapalhasse sua barraca, frase que, segundo a comerciante, foi interpretada inicialmente como uma brincadeira.

Detalhes do furto

No dia seguinte, ao retornar ao evento para buscar seus pertences, Badarik foi abordado por seguranças. O anel foi encontrado dentro do veículo dele, situação que levou à prisão em flagrante. Embora o registro inicial tenha sido feito como roubo, a Justiça avaliou que os fatos se aproximam do crime de furto, já que não houve violência nem grave ameaça para a subtração do objeto.

O magistrado também destacou que a referência à faca ocorreu em momento distinto da suposta prática do crime. Após passar pela audiência de custódia, Badarik obteve liberdade provisória no início de junho. O juiz dispensou o pagamento de fiança, mas determinou que o colombiano cumpra medidas cautelares durante o andamento do processo, entre elas comparecer à Justiça sempre que for convocado e manter o endereço atualizado.

Nas redes sociais, Badarik comentou o episódio e negou qualquer intenção criminosa. “Fui preso e não saí por fiança. O consulado da Colômbia que me soltou”, afirmou. Em seguida, ele voltou a defender sua inocência. “Podem procurar, não tenho antecedentes criminais em nenhum lugar do mundo. O processo tem 66 folhas, nem consegui ler por completo minhas acusações”, declarou.

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