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Funcionária da casa de Viih Tube expõe verdade sobre indenização do MPT e desabafa: ‘O pessoal acha que…’

Funcionaria da casa de Viih Tube expoe verdade sobre indenizacao

A polêmica envolvendo o reality show As Patroas, criado por Viih Tube e Eliezer para as redes sociais, ganhou um novo capítulo após a manifestação da governanta da família, Leinha. A funcionária decidiu falar sobre o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado pelo casal com o Ministério Público do Trabalho (MPT), que prevê o pagamento de R$ 350 mil por dano moral coletivo.

Leinha afirmou que ficou incomodada com os comentários de que os trabalhadores envolvidos nas gravações seriam beneficiados com o valor da indenização. Segundo ela, o dinheiro determinado pelo acordo não será destinado aos funcionários que participaram da atração. “O pessoal acha que esse dinheiro do Ministério Público vai pra gente. É ‘nenhum real’ pra gente, tá?”, disparou a governanta nas redes sociais.

Funcionária rebate críticas e fala sobre participação no programa

A investigação do MPT foi aberta para analisar a dinâmica do reality, que reunia 11 colaboradores da residência, entre babás, motoristas e cozinheiros, em provas e gincanas com premiações em dinheiro. Após a apuração, a procuradoria apontou que a exposição dos trabalhadores poderia ferir normas trabalhistas e comprometer um ambiente saudável de trabalho. Além do pagamento da indenização, Viih Tube e Eliezer também se comprometeram a retirar os episódios publicados do ar.

Nas redes sociais, Leinha voltou a defender que os funcionários participaram da produção de forma voluntária e afirmou que as críticas recebidas após a repercussão do caso foram injustas. A governanta disse que já havia explicado anteriormente que não havia obrigatoriedade na participação dos colaboradores e lamentou ter sido acusada de defender os patrões. Segundo ela, os comentários feitos por parte do público não correspondiam à realidade vivida pelos trabalhadores durante as gravações.

Leinha critica falta de contato durante investigação do caso

A governanta também afirmou que as pessoas que acompanharam a repercussão do caso poderiam ter buscado informações diretamente com os funcionários antes de tirar conclusões sobre o programa. Segundo Leinha, os trabalhadores não foram procurados para apresentar suas versões antes das críticas e questionamentos relacionados à atração. Ela reforçou que todos os participantes estavam envolvidos nas gravações por vontade própria e lamentou a falta de diálogo antes dos julgamentos.

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