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Hytalo Santos faz passo de funk em audiência e justifica atitude; veja VÍDEO
A reaparição de Hytalo Santos nas redes sociais ocorreu após a exibição, no último domingo (30/11), de parte de sua audiência em São Paulo, quando demonstrou ao juiz um passo do brega funk conhecido por associações de conotação sexual na internet. No vídeo, o influenciador descreve que a movimentação foi adaptada para ser executada “de forma neutra”, com gestos das mãos e sem intenção atribuída anteriormente. As informações são do Folha de São Paulo.
Durante o processo, Hytalo afirmou sentir desconforto ao responder às acusações, destacando que sempre teve relação próxima com crianças e adolescentes que participavam de suas gravações. O Fantástico apresentou o momento em que o influenciador declara: “Eu me sinto até um pouco constrangido por ter feito tanto por essas crianças, tanto por esses adolescentes que estão colocados aqui nos autos e ter que responder, por mais que seja obrigatório estar respondendo aqui, mas me dói, me dói muito”.



Declarações do influenciador
Segundo a Promotoria, conteúdos com adolescentes dançando eram publicados nas redes de Hytalo e do marido, com parte dos jovens vivendo em imóvel localizado em condomínio fechado em Bayeux. O influenciador sustentou que os vídeos mostravam apenas a rotina do grupo e coreografias do ritmo brega funk. Em sua fala, afirmou: “Eu nunca cheguei a gravar vídeos com cenas pornográficas nem com cunho sexual. E a gente só gravava a nossa rotina com a cultura de periferia […] Que as coreografias e os passos usados por alguns é visto com esse olhar [pornográfico]. Mas para a gente que é da periferia é arte”.
Questionado sobre comentários que associavam o conteúdo a natureza sexual, respondeu: “Como nossos vídeos tinham muita repercussão, vossa excelência, os comentários chegavam a ter 20 mil comentários, 30 mil comentários. E a maioria dos comentários era baseada na força de cada personagem, como era visto por eles”.
O influenciador informou que a renda pessoal oscilava entre R$ 400 mil e R$ 600 mil, oriunda de publicidade e rifas autorizadas. Declarou ainda que adolescentes não recebiam pagamento, embora mantivesse apoio às famílias: “Os pais eram, mas não por obrigação, não por combinado, eu me sentia no direito de fazer por eles”.
O advogado do casal declarou: “Eles podem ser vistos como sensuais, mas a lei não criminaliza o ato sensual. Ela criminaliza o ato pornográfico. E a pornografia não está demonstrada”. Após divulgação do vídeo de denúncia de Felca, o Gaeco solicitou a prisão preventiva, cumprida em São Paulo antes da transferência para a Paraíba.
Veja o vídeo: