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Juliano Cazarré diz que ‘mulheres mataram mais que homens’

Juliano Cazarre diz que ‘mulheres mataram mais que homens

O ator Juliano Cazarré participou de um debate na GloboNews sobre o papel do homem na sociedade, com a psicanalista Vera Iaconelli e o jornalista Ismael dos Anjos. Na transmissão, o artista explicou as diretrizes do seu evento para o público masculino e rejeitou associações do projeto com atitudes agressivas contra o gênero feminino.

Ao ser questionado sobre a imagem que projeta, Juliano Cazarré detalhou sua visão sobre o comportamento masculino. Ele declarou: “Não é o foco do meu curso e não é o homem que eu sou“. Na sequência, complementou: “Não vou usar cropped, mas escuto as mulheres. Estou reafirmando a minha masculinidade, sou esse cara de bigode, de 100 kg, e escuto vocês, sou delicado, cuido das minhas filhas“.

Declarações de Juliano Cazarré sobre estatísticas de violência

Durante a conversa, o ator apresentou dados próprios, sem citar a fonte, para argumentar que as mulheres não são as maiores vítimas de violência no país. Segundo ele, em um período não especificado, 2.500 homens tiveram suas vidas tiradas por mulheres, enquanto 1.500 mulheres perderam a vida por ações masculinas. O artista ressaltou que o Brasil apresenta altos índices de criminalidade contra diversos grupos demográficos. “O Brasil é um país violento contra homens, contra negros, contra brancos, contra crianças, contra idosos. É um dos países que mais matam no mundo. Mata muito homem, inclusive mais mulheres mataram homens do que homens mataram mulheres“, disse.

Vera Iaconelli questionou a presença do médico Ítalo Marsili no evento, recordando um vídeo de 2020 onde o palestrante criticava o voto feminino. O organizador afirmou desconhecer o material. “Tem um vídeo antigo do Ítalo, nunca vi e não sei o que ele estava querendo dizer. A mulher do Ítalo trabalha, tem oito filhos. São um casal que se ama, que tá junto“, justificou.

Juliano Cazarré rejeita associação do curso com movimento redpill

Por fim, o ator negou proximidade com o movimento redpill. Ele usou sua trajetória familiar para ilustrar a distância: “Eu não poderia ser mais anti-redpill do que eu sou. O meu curso é só um pouco de bom senso“.

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