Famosos
Júri chega a veredicto parcial sobre Diddy e vai continuar a deliberar
O júri do julgamento de Sean “Diddy” Combs chegou a um veredito para quatro das cinco acusações contra o magnata da música. Diddy enfrenta duas acusações de tráfico sexual, duas acusações de transporte ilegal para esquema de prostituição e uma acusação de conspiração para extorsão.
Os doze jurados entregaram ao juiz uma nota indicando que tinham chegado a um veredicto sobre as acusações dois, três, quatro e cinco, relativas a tráfico sexual e transporte para proxenetismo das duas principais vítimas, Cassie Ventura e uma mulher que testemunhou sob o pseudónimo de “Jane”.



Após receberem a nota dos jurados, os advogados de Diddy reuniram-se à sua volta para conversar com ele, gesticulando abundantemente enquanto o rapper permanecia abatido e mal respondia à sua equipa jurídica.
Na nota, lida em tribunal pelo juiz Arun Subramanian, os jurados declararam que chegaram a um veredicto sobre estas acusações, mas “não conseguem chegar a um veredicto sobre a primeira acusação”, a de conspiração para cometer crime organizado, que acarreta a pena mais elevada de todas, prisão perpétua.
“Este foi um julgamento longo, e estão a deliberar há cerca de treze horas e já chegaram a um veredicto sobre algumas das acusações. Não creio que precisem de mais instruções para continuar”, apontou Marc Agnifilo, advogado do músico, que pediu ao juiz que exigisse que os jurados “continuassem a deliberar”.
A acusação, representada pela procuradora Maurene Comey, concordou que o júri “não deliberou durante o tempo suficiente” e insistiu que devem continuar a chegar a uma conclusão sobre a primeira acusação.
Acusações.
Nas acusações que resultaram num veredicto, Combs é acusado de tráfico sexual das suas ex-namoradas, Cassie Ventura e “Jane”, além de as transportar entre cidades e estados, e por vezes entre países, para se envolverem em atos sexuais maratonistas com prostitutos ou strippers, conhecidas como “freak-offs”.