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Lembra dele? Nosso querido Sérgio Chapelin, aos 85 anos, está irreconhecível após aposentadoria
Um dos rostos mais conhecidos da televisão brasileira completou 85 anos na última terça-feira (12) vivendo uma rotina completamente diferente daquela que marcou sua trajetória na Globo. Longe dos estúdios e das grandes coberturas jornalísticas, Sérgio Chapelin segue aposentado desde 2019 e atualmente prefere uma vida discreta, distante dos holofotes que o acompanharam durante décadas.
O jornalista encerrou oficialmente sua carreira na televisão após uma despedida emocionante do Globo Repórter, programa que comandou por muitos anos. Na ocasião, Chapelin afirmou que pretendia aproveitar a nova fase da vida para relaxar e experimentar a chamada “liberdade total”. Depois da aposentadoria, ele se mudou com a esposa para uma chácara em Itanhandu, no sul de Minas Gerais, buscando justamente mais tranquilidade.
Mudança na aparência chamou atenção
Nos últimos anos, porém, o veterano surpreendeu o público principalmente pela transformação visual. Em janeiro deste ano, durante entrevista concedida à revista VEJA, Chapelin revelou que a barba branca e o costume de usar boné acabaram funcionando como uma espécie de “disfarce” para circular sem ser reconhecido. “Minha barba branca e meu bonezinho são hoje o meu disfarce. Quero entrar no mercado, na padaria, caminhar tranquilamente. Copacabana é uma confusão. E quero ser mais um na multidão”, contou.

A fala repercutiu entre admiradores do jornalista, especialmente porque o ex-apresentador sempre foi lembrado pela imagem séria e clássica do telejornalismo brasileiro. Após deixar Minas Gerais, Chapelin voltou a morar no Rio de Janeiro em 2021 para ficar mais próximo da família durante a pandemia. Atualmente, ele divide o tempo entre caminhadas na praia, filmes, séries e momentos ao lado dos filhos, enteado e netos.
Reaparições emocionaram o público
Mesmo afastado da televisão, Sérgio Chapelin ainda apareceu em ocasiões especiais nos últimos anos. Em outubro de 2024, ele participou de uma homenagem após a morte de Cid Moreira, colega histórico de bancada no “Jornal Nacional”. Meses depois, voltou a ser visto publicamente ao comentar o falecimento de Léo Batista, outro nome importante do jornalismo esportivo e televisivo brasileiro.
As reaparições emocionaram telespectadores que acompanharam sua carreira ao longo de décadas na Globo. Nas redes sociais, muitos internautas destacaram o carinho que ainda sentem pelo jornalista e comentaram sobre a importância dele para a história da televisão. Mesmo vivendo uma rotina muito mais reservada atualmente, Chapelin segue sendo lembrado como uma das vozes mais marcantes do jornalismo brasileiro.