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Luciano Huck é colocado contra a parede por Déa Lúcia após polêmica sobre traição: ‘Você apanha também’
O Domingão com Huck estreou neste domingo, dia 21, uma nova etapa do clássico quadro Você Decide, da TV Globo. A história apresentada trouxe o dilema de uma mulher que flagrou o noivo da melhor amiga saindo de um motel com outra pessoa na véspera do casamento, deixando para o público a decisão sobre revelar ou não a traição.
Durante o debate, Déa Lúcia, mãe de Paulo Gustavo, deu uma opinião direta e contundente, afirmando que, em sua posição, não hesitaria em confrontar o homem, fazer um escândalo e revelar tudo para a noiva, aconselhando-a, ainda, a valorizar-se e buscar alguém melhor, já que, segundo ela, existem muitos bons partidos disponíveis.
Reação de Dona Déa
Em seguida, a integrante da atração aproveitou o momento para dar um recado direto a Luciano Huck, assegurando que o apresentador também não escaparia de sua reprovação caso cometesse uma falha semelhante: “Você apanha também. Apesar de ser meu chefe, se eu pegar alguma coisa, eu bato em você também para defender a minha amiga”, afirmou. Diante da declaração, Huck apenas respondeu, entre risadas, que preferia não emitir opinião sobre o assunto.
Luciano Huck perguntando sobre a votação do Você Decide. A Dona Déa: "Você apanha também, apesar de ser meu chefe, se eu pegar alguma coisa, eu bato em você pra defender minha amiga."
Ela já botou a Angélica na história kkkhttps://x.com/hashtag/Voc%C3%AADecide?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw
— Tiago Pereira (@Tiagupereira)
O desfecho da história revelou uma reviravolta, já que a noiva estava grávida de outro homem, fato que o noivo aceitou assumir. Como o resultado da votação popular foi favorável à revelação do flagra, a noiva foi informada sobre a traição, mas, mesmo assim, optou por manter o casamento.
Déa Lúcia fala sobre Paulo Gustavo
Em uma entrevista concedida ao jornal Extra, Déa Lúcia comentou sobre a marca de cinco anos desde o falecimento de seu filho, o humorista Paulo Gustavo. A artista desabafou ao afirmar que a perda de um filho representa a dor mais profunda que uma mãe pode experimentar, destacando que não há sofrimento comparável, ao mesmo tempo em que ressaltou seu conforto espiritual ao mencionar que recebe auxílio de quem já partiu.