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Maíra Cardi e Thiago Nigro compram mansão de R$ 45 milhões e imóvel supera valor de casa de Alphaville
Depois de transformar a reforma da mansão de R$ 40 milhões em uma verdadeira novela nas redes sociais, Maíra Cardi e Thiago Nigro compraram um novo imóvel. O casal adquiriu uma mansão avaliada em R$ 45 milhões em Porto Feliz, no interior de São Paulo, localizada no exclusivo condomínio Fazenda Boa Vista (FVB).
A propriedade conta com uma estrutura completa para lazer e momentos em família, com piscina, quadra de tênis e uma ampla área externa. A compra foi revelada pelo próprio Thiago Nigro, enquanto o valor do imóvel foi apurado pela reportagem da Quem a partir de uma publicação do especialista em casas de campo Elizeu Almeida, responsável pela venda. A postagem recebeu uma curtida do influenciador.
Nova mansão supera valor da antiga
A aquisição acontece enquanto a família ainda enfrenta a longa reforma da mansão de Alphaville, comprada anteriormente do jogador Neymar por cerca de R$ 40 milhões. O novo imóvel, portanto, é avaliado em R$ 5 milhões a mais que a propriedade adquirida anteriormente pelo casal.
Quando compraram a casa de Alphaville, Maíra e Thiago decidiram reformar a estrutura existente em vez de construir uma nova residência. O projeto previa alterações profundas e ambientes personalizados, incluindo academia, biblioteca, camarim, quarto de oração, cozinha industrial, elevador para transporte de comida e passagens secretas. A obra, porém, acumulou diversos problemas ao longo do tempo.
Reforma acumulou problemas e gastos extras
Entre os contratempos esteve o orçamento das esquadrias. Inicialmente, as portas e janelas de vidro chegaram a ser avaliadas em R$ 2,5 milhões, mas o casal informou posteriormente que o valor final ficou em aproximadamente R$ 1,8 milhão. Maíra também relatou uma polêmica envolvendo as pedras usadas no revestimento, após descobrir que o material comprado como travertino romano era, na verdade, mexicano.
Outro problema envolveu uma infiltração no teto, que levou à retirada de uma estrutura que seria reaproveitada. A situação provocou um gasto adicional de R$ 600 mil apenas com os acabamentos externos. Em maio deste ano, Maíra voltou a mostrar novos problemas durante uma vistoria na obra, que segue sem previsão de conclusão.