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Morte que faz Brasil chorar deixa apresentadores do JN sem palavras e telejornal termina em silêncio
A morte de Luiz Carlos Barreto, um dos maiores nomes da história do cinema brasileiro, provocou uma onda de homenagens de artistas, cineastas e autoridades nesta quarta-feira (22). O Jornal Nacional, apresentado por Ana Luiza Guimarães e Heraldo Pereira nas férias de Renata Vasconcellos e César Tralli, exibiu reportagem especial.
O produtor, fotógrafo e roteirista morreu aos 98 anos, deixando um legado de mais de 70 produções e uma carreira decisiva para o fortalecimento da indústria audiovisual no país. Ao longo de décadas, Barretão participou de momentos históricos, desde o Cinema Novo até a retomada do cinema brasileiro nos anos 1990.
Homenagens a Barretão no Jornal Nacional
Entre as homenagens, o cineasta Andrucha Waddington destacou a importância de Barreto para várias gerações de profissionais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também lamentou a morte do produtor e decretou luto oficial de três dias em homenagem à sua trajetória.

Ao longo da carreira, Barreto assinou a fotografia de clássicos como Vidas Secas e Terra em Transe, antes de se consolidar como um dos principais produtores do país. Ao lado da esposa, Lucy Barreto, fundou a L.C. Barreto Produções, responsável por sucessos como Bye Bye Brasil, Dona Flor e Seus Dois Maridos, O Que É Isso, Companheiro? e O Quatrilho. Os dois últimos chegaram a disputar o Oscar de Melhor Filme Internacional.
Encerramento do Jornal Nacional
Considerado uma referência para o audiovisual brasileiro, Luiz Carlos Barreto deixa um legado que atravessa gerações. No final do Jornal Nacional, Ana Luiza e Heraldo Pereira economizaram palavras. Não houve o tradicional “boa noite”, apenas um “até amanhã” de Heraldo e nada mais.