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Mortes são confirmadas e Roberto Kovalick entra ao vivo na Globo: ‘profundamente preocupado…’
Roberto Kovalick atualizou os telespectadores sobre uma notícia que tem ganhado cada vez mais espaço nos últimos dias. “O diretor da Organização Mundial da Saúde afirmou que está profundamente preocupado com a escala e a velocidade do surto de ebola que começou na República Democrática do Congo e já afeta outros países”, disse o apresentador do Jornal Hoje.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos confirmaram nesta segunda-feira (18) um caso de Ebola envolvendo um profissional americano que atuava na República Democrática do Congo. O anúncio acontece em meio ao avanço de um novo surto da doença no país africano, onde mais de 100 mortes já foram registradas pelas autoridades de saúde. O paciente será transferido para a Alemanha, onde receberá tratamento especializado.
Preocupação internacional
Segundo o CDC, a operação está sendo realizada em parceria com o Departamento de Estado dos Estados Unidos. As autoridades americanas afirmaram que o risco de disseminação da doença dentro do território norte-americano continua considerado baixo, apesar da preocupação internacional provocada pelo aumento de casos no continente africano.
O Ebola é uma doença viral grave que provoca sintomas como febre alta, dores musculares, fraqueza extrema e dor de garganta. Em casos mais severos, o paciente pode sofrer hemorragias internas e externas. A Organização Mundial da Saúde classificou o atual cenário como emergência internacional de saúde pública diante do crescimento acelerado de infecções confirmadas e suspeitas na região.
Surto do vírus Ebola
O atual surto envolve a variante Bundibugyo do vírus Ebola, considerada rara e ainda sem vacinas ou tratamentos aprovados oficialmente. De acordo com informações divulgadas pela BBC, mais de 500 casos suspeitos já foram registrados na República Democrática do Congo. Uganda também confirmou infecções recentes, incluindo ao menos uma morte relacionada à doença, enquanto países vizinhos reforçaram medidas de vigilância sanitária nas fronteiras.