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Oruam é investigado por tentativa de homicídio contra delegado e oficial de cartório
O rapper Mauro Davi Nepomuceno dos Santos, conhecido como Oruam, está no centro de uma investigação da 16ª DP (Barra da Tijuca), suspeito de ter cometido uma tentativa de homicídio contra dois agentes públicos durante uma ação policial no bairro do Joá, Zona Oeste do Rio. A confusão aconteceu no início da semana, quando o delegado Moysés Santana e o oficial de cartório Alexandre Ferraz foram até a residência do artista com a missão de localizar e apreender um adolescente envolvido com o tráfico. O advogado do intérprete conversou com o portal LeoDias e prontamente negou as acusações.
Segundo a Polícia Civil, ao se depararem com os agentes, Oruam e algumas pessoas que estavam com ele teriam lançado pedras contra o veículo em que os policiais estavam. Durante o ataque, Alexandre foi atingido duas vezes. A ofensiva teria dado cobertura para que o menor escapasse da abordagem, ainda de acordo com o relato oficial. O filho de Marcinho VP acabou se entregando e foi detido na última terça-feira (22/7). A notícia foi inicialmente veiculada pela Folha de S. Paulo e posteriormente confirmada pelo G1, veículo de comunicação pertencente ao Grupo Globo.
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No inquérito, o rapper responde por sete acusações: Ameaça, associação ao tráfico, dano ao patrimônio, desacato, lesão corporal, resistência à prisão, tráfico de drogas. Em declaração concedida ao portal LeoDias, o representante do cantor, Dr. Fernando Henrique Cardoso, contestou a versão apresentada no inquérito em tom de espanto: “Mauro não atentou contra a vida de ninguém, e isto será devidamente esclarecido nos autos do processo que trata dos fatos”.
“Causa perplexidade uma notícia da mídia de que houve a abertura de um inquérito sobre fatos apurados em outro flagrante cujo indiciamento fora de lesão corporal e que teve, como resultado pericial, a conclusão de que a lesão supostamente sofrida pelo policial não causou risco de vida”, finalizou a defesa. Preso na Penitenciária Dr. Serrano Neves, mais conhecida como Bangu 3A, localizada no Complexo de Gericinó, a Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) enquadrou o noivo de Fernanda Valença como um detento de alta periculosidade, o que o coloca no terceiro grau de risco dentro de uma escala que vai até o quarto e último nível.


