Famosos
Oscar Schmidt e Tadeu Schmidt: irmãos separados pela carreira, unidos pela vida inteira
Oscar Schmidt, a lenda do basquete brasileiro conhecida como “Mão Santa”, morreu nesta sexta-feira (17/4), aos 68 anos, em Santana de Parnaíba (SP), após sofrer um mal-estar e não resistir. Ídolo mundial e maior cestinha da história das Olimpíadas, ele deixa um legado gigante no esporte e uma história familiar marcada por amor e admiração, especialmente na relação com o irmão mais novo, Tadeu Schmidt. Os dois tinham 17 anos de diferença, mas sempre foram muito próximos.
Oscar cresceu como um dos maiores nomes do basquete mundial, enquanto Tadeu o via como um verdadeiro herói dentro de casa. Mesmo seguindo caminhos diferentes, o esporte e a comunicação, a ligação entre eles sempre foi forte, baseada em carinho, respeito e orgulho mútuo. O comunicador nunca escondeu que o irmão era sua maior inspiração. Já o atleta também demonstrava enorme orgulho do sucesso do caçula na televisão, especialmente no comando do “Big Brother Brasil”.
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Os dois brincavam com a mudança de fama ao longo dos anos, mas nunca deixaram de se apoiar e de celebrar as conquistas um do outro. A relação também teve momentos marcantes fora dos holofotes. Tadeu chegou a tentar carreira no esporte, jogando vôlei e chegando à Seleção Brasileira infantojuvenil, mas acabou seguindo o caminho do jornalismo após uma mudança importante na vida. Anos depois, viveu com Oscar um dos momentos mais especiais da família, quando ajudou o irmão no discurso do Hall da Fama do basquete, em 2013, nos Estados Unidos.
Mais do que irmãos, Oscar e Tadeu construíram uma relação de apoio constante. Oscar, por ser mais velho, muitas vezes assumia o papel de conselheiro, enquanto Tadeu cresceu admirando o irmão como referência. A família Schmidt, que também inclui o sobrinho campeão olímpico Bruno Schmidt, deixa um legado de talento, mas principalmente de união e amor entre irmãos que sempre caminharam juntos, mesmo em mundos diferentes.

