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Preta Gil sabia que iria morrer desde março; entenda
No início de março, Preta Gil recebeu uma notícia difícil durante seu tratamento experimental nos Estados Unidos. A cantora, acompanhada pela médica Roberta Saretta, descobriu que a doença havia avançado para outros órgãos, o que a fez decidir por um novo protocolo médico. Na ocasião, a médica informou que, sem tratamento, a expectativa de vida era de seis a oito meses. Entretanto, a volta ao Brasil teve um desfecho inesperado e triste.
O tratamento aplicado, uma quimioterapia intravenosa, não trouxe os resultados esperados. Preta chegou a interromper as sessões após desenvolver uma infecção, e quando retomou, o enfraquecimento dos rins obrigou uma nova pausa. A viagem de retorno ao Brasil contou com o acompanhamento direto da médica Roberta, mas durante o trajeto para o aeroporto, Preta passou mal, precisou ser hospitalizada e faleceu.



O momento decisivo e o apoio da equipe
“Além do dia da morte, foi quando eu tive de dar a notícia do resultado do último PET, em março de 2025. O exame mostrou que a doença tinha se espalhado por outros órgãos, como fígado e pulmões. Fui na capela do Sírio pedir forças. Quando entrei para falar com ela, o quarto estava cheio de amigos, como sempre. Perguntei se ela preferia ter a conversa a sós com os médicos. Pela primeira vez, ela pediu para as pessoas saírem”, contou Saretta em entrevista ao O Globo.
Durante todo o processo, a equipe médica buscou oferecer o melhor cuidado possível, mas as complicações impediram a continuidade do tratamento. O retorno de Preta Gil ao Brasil foi feito em um avião UTI, porém o quadro dela se agravou antes mesmo do embarque.