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‘Quando cheguei no meu quarto, minha mulher estava morta’: Décio Piccinini faz duro relato em vídeo

‘Quando cheguei no meu quarto minha mulher estava morta Decio

O jornalista Décio Piccinini emocionou o público ao relatar, em entrevista ao podcast Intervenção, um dos momentos mais difíceis de sua vida: a morte repentina de sua segunda esposa, Heloísa, em 1989. Atualmente jurado do Programa do Ratinho, no SBT, o comunicador contou que encontrou a mulher morta no quarto do casal e descreveu o episódio como um trauma profundo.

Casados desde 1974, Décio e Heloísa tiveram dois filhos e permaneceram juntos por 15 anos. Durante o duro relato, o jornalista explicou como percebeu que algo estava errado naquela noite. Segundo ele, a esposa sempre fazia algum movimento quando ele se deitava na cama, mas dessa vez o silêncio chamou atenção.

Décio Piccinini desabafa a respeito da dura perda

“Quando cheguei no meu quarto, minha mulher estava morta”, declarou Décio ao falar sobre a perda que marcou sua trajetória pessoal. “Pensei: ‘Teve uma queda de protocolo aqui, o que está acontecendo?’”, contou. Ao acender a luz do quarto, ele percebeu imediatamente que Heloísa já estava sem vida.

A morte inesperada abalou profundamente o apresentador, que revelou ter enfrentado anos de sofrimento emocional enquanto tentava criar os filhos sozinho. “Passei quatro anos e meio viúvo, completamente pirado. Fiz cada bobagem, cada loucura”, afirmou. Décio contou ainda que, em vários momentos, perdeu a vontade de continuar vivendo, mas encontrava forças ao pensar nos filhos, que na época tinham 7 e 13 anos.

Décio Piccinini precisou de ajuda psiquiátrica

Durante a entrevista, o jornalista também revelou que precisou de acompanhamento psiquiátrico para superar o luto e descreveu aquele período como um verdadeiro “inferno em vida”. Segundo ele, havia noites em que a ansiedade era tão intensa que só conseguia dormir embaixo da cama, segurando um travesseiro. “Lá, eu estava um pouco mais seguro”, relatou. Décio destacou que o apoio de amigos, familiares e médicos foi essencial para conseguir reconstruir a própria vida após a tragédia.

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