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Roberto Kovalick pega público de surpresa com triste notícia na Globo: ‘morreu no começo da tarde’
Roberto Kovalick noticiou a morte de Francisco Albino no Jornal Hoje desta quinta-feira (14). “A segunda vítima de explosão subterrânea em São Paulo morreu no começo da tarde”, disse o apresentador do telejornal da Globo.
A explosão registrada em uma obra da Sabesp no Jaguaré, Zona Oeste de São Paulo, fez mais uma vítima fatal. Francisco Albino morreu nesta quinta, após permanecer internado em estado grave desde segunda-feira (11), quando uma tubulação de gás da Comgás foi atingida durante intervenções na região. A confirmação da morte foi feita pelo governador Tarcísio de Freitas, que lamentou a tragédia e garantiu apoio às famílias afetadas pelo acidente.
Francisco estava internado em hospital de Osasco
Francisco estava internado no Hospital Geral de Osasco desde o dia da explosão e lutava contra ferimentos graves causados pelo impacto da ocorrência. O acidente provocou uma enorme bola de fogo, destruiu imóveis próximos e deixou moradores assustados. Antes da confirmação da segunda morte, o vigilante Alex Sandro Fernandes Nunes, de 49 anos, já havia perdido a vida em decorrência da explosão, transformando o caso em uma das ocorrências mais graves envolvendo obras subterrâneas na capital paulista neste ano.
Durante entrevista nesta quinta-feira (14), Tarcísio comentou a situação das vítimas e afirmou que o governo estadual acompanha de perto os desdobramentos da tragédia. “Ele estava internado no Hospital Geral de Osasco. Não resistiu aos ferimentos e faleceu”, disse o governador. O chefe do Executivo estadual também informou que equipes do governo prestam apoio psicológico e financeiro aos familiares atingidos pelo acidente.

Pessoas que deixaram suas casas seguem sem previsão de retorno
Além das mortes, dezenas de imóveis sofreram danos estruturais após a explosão. O número de residências interditadas aumentou nos últimos dias, já que novas rachaduras começaram a surgir após as primeiras inspeções. Muitas famílias precisaram deixar suas casas às pressas e seguem sem previsão de retorno. Algumas construções foram condenadas e deverão ser demolidas, enquanto outras passarão por reformas estruturais antes de serem liberadas novamente.