O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal ganhou um novo capítulo nessa semana. Quem puxou o freio foi o ministro Luiz Fux, que decidiu abrir divergência no processo em que Bolsonaro e outros sete réus são acusados de organização criminosa. Enquanto Alexandre de Moraes e Flávio Dino já tinham se posicionado pela condenação, Fux foi na contramão e votou pela absolvição do ex-presidente.
Esse julgamento acontece na Primeira Turma do STF e ainda depende dos votos de Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Ou seja, o desfecho ainda tá no ar. Fux também levantou a tese de nulidade do processo, alegando “cerceamento de defesa”. Mas, como sempre, não é tão simples: pra essa anulação valer, precisa do apoio de pelo menos mais dois ministros.
