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Sean Diddy nega acusações de trabalho forçado em nova audiência

Diddy (foto Reprodução Redes Sociais)

Diddy já havia negado acusações anteriores, que incluem conspiração para extorsão, tráfico sexual e transporte de pessoas para prostituição.

Embora não tenha apresentado novas acusações, a promotoria detalhou o que chamou de “trabalho forçado” imposto por Combs dentro da suposta conspiração de extorsão que teria durado 20 anos.

Relatório

Segundo o relatório, Combs e seus associados “mantiveram controle” sobre alguns funcionários, obrigando-os a trabalhar longas horas com pouco descanso. Para isso, teriam recorrido ao uso ou ameaça de força física, prejuízos financeiros, danos psicológicos e ataques à reputação.

Sean ainda teria usado seu império empresarial, incluindo sua gravadora Bad Boy Entertainment, para abusar sexualmente de mulheres entre 2004 e 2024.

Os supostos abusos atribuídos a Combs também envolviam mulheres forçadas a participar de performances sexuais gravadas, conhecidas como “freak offs”, ao lado de profissionais do sexo, que, em algumas ocasiões, eram transportados entre diferentes estados.

O advogado de defesa, Marc Agnifilo, disse que seu cliente nunca forçou ninguém a se envolver em atos sexuais contra sua vontade e que as agressões eram atividades sexuais consensuais.

Diddy enfrenta dezenas de processos civis movidos por mulheres e homens que o acusaram de agressão sexual e outras condutas impróprias. Ele nega todas as irregularidades. Ele está detido em uma prisão do Brooklyn aguardando julgamento desde sua prisão, em setembro de 2024.

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