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Susto no hospital: internada com infecção, Luiza Ambiel é intubada às pressas em hospital de São Paulo
A atriz Luiza Ambiel utilizou suas redes nesta terça-feira para compartilhar atualizações sobre seu quadro clínico. Internada no Hospital 9 de Julho, em São Paulo, desde a semana anterior para tratar uma infecção urinária, ela relatou que precisou passar por um procedimento de intubação. A intervenção ocorreu enquanto realizava uma ressonância magnética com contraste, exame que demandou sedação prévia devido a fobias específicas da paciente.
O uso da sedação foi uma exigência da artista, que possui aversão a agulhas e ao equipamento fechado. Por conta da anestesia, a equipe médica inseriu o tubo respiratório. Ela detalhou a experiência: “Ontem à noite fiz a ressonância com contraste. Obrigada por todo esse carinho e façam oração para eu ir embora logo, tá? Eu tenho pavor da agulha, da anestesia e daquele buraco ali, que eu não entro ali de jeito nenhum. Então, eu preciso ser sedada. Aí, na sedação, você tem que ser intubada. E aí, quando eu fui entubada, dói pra engolir”.
Alerta de Luiza Ambiel sobre infecção urinária
A figura pública também conscientizou o público feminino sobre hábitos que causam infecções no trato urinário, enfatizando a necessidade de hidratação. A equipe médica realizou investigações adicionais após a paciente apresentar desmaios.
Um exame registrou alterações no ritmo dos batimentos, mas os especialistas descartaram preliminarmente uma doença crônica no coração. “O médico me explicou tudo que, provavelmente, eu já nasci com isso. O holter deu que eu tive algumas arritmias em um período de algumas horas, mas eles descartaram eu ser cardíaca”, esclareceu.
Próximos exames de Luiza Ambiel no hospital
Para concluir o diagnóstico, a artista passará por avaliações com outros especialistas. A suspeita atual envolve a possibilidade de uma síndrome vasovagal, que afeta a pressão arterial. “Eu tive algumas arritmias, mas ainda não fecharam o diagnóstico, porque ainda faltam mais dois exames: cardiologista e otorrino. Então, não sabe se essas coisas foram da síndrome vasovagal”, finalizou a paciente, que segue sob observação.