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Tadeu Schmidt desabafa e conta como está lidando com o óbito de Oscar: ‘Eu odeio…’
Mesmo tendo apresentado o BBB26 na última sexta-feira (17), poucas horas após a morte de Oscar Schmidt, Tadeu Schmidt revelou que tem enfrentado dificuldades para lidar com o luto. O jornalista destacou que sempre teve uma relação complicada com perdas e admitiu que a morte é algo que o afeta profundamente, reforçando o quanto esse momento tem sido delicado em sua vida pessoal. “Eu não lido bem com a morte, eu lido muito mal com a morte. Eu odeio a morte”, falou.
Em entrevista concedida à amiga Poliana Abritta, exibida no Fantástico deste domingo (19), o apresentador falou sobre o impacto emocional da perda. Ele explicou que sua trajetória sempre esteve ligada ao irmão mais velho e que as lembranças construídas ao longo da vida tornam a despedida ainda mais dolorosa, já que sente que uma parte importante da sua história chegou ao fim.
Tadeu Schmidt faz desabafo após morte do irmão
Ao relembrar a relação entre os dois, Tadeu contou que por muitos anos se via como o irmão mais novo protegido, alguém que cresceu sob os cuidados e a admiração pelo atleta. Segundo ele, apenas na fase adulta passou a viver uma relação mais equilibrada, marcada por conversas e momentos compartilhados como iguais, o que fortaleceu ainda mais o vínculo entre eles.
Mesmo diante da dor, o apresentador afirmou que não cogitou deixar de cumprir seu compromisso profissional no BBB26. Ele ressaltou que a dedicação ao trabalho faz parte dos valores que aprendeu dentro da própria família, citando o exemplo do irmão, conhecido por sua determinação dentro das quadras, como uma grande influência em sua forma de encarar desafios.
Tadeu também destacou o orgulho mútuo que sempre existiu entre os irmãos, revelando que a admiração era recíproca. Além de ídolo no esporte, Oscar era visto por ele como um verdadeiro herói dentro de casa, alguém que ajudou a moldar sua personalidade e sua maneira de enfrentar a vida.
Carisma e bom humor de Oscar Schmidt
Por fim, o jornalista relembrou o carisma e o bom humor do irmão, características que marcaram sua convivência familiar. Ele afirmou que, apesar da tristeza, pretende seguir em frente mantendo vivo esse legado. Para ele, viver o luto também faz parte do processo, e seguir adiante, mesmo com dor, é uma forma de honrar tudo o que foi construído ao longo dos anos.