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Vício como o de Selton Mello é pior do que parece e pode levar a falecimento

Vicio como o de Selton Mello e pior do que

O ator Selton Mello utilizou seus perfis nas plataformas digitais para comemorar a marca de quatro anos longe do tabagismo. O artista expôs os obstáculos que precisou superar para deixar o hábito, após passar 25 anos consumindo cigarros. A motivação para a interrupção foi a percepção de uma exaustão contínua em sua rotina, o que o levou a compartilhar a vivência como forma de estímulo para indivíduos que buscam o mesmo objetivo.

A decisão de interromper o consumo ocorreu sem o auxílio de métodos alternativos. “Sentia um cansaço que não passava. Compreendi que o cigarro estava sugando meu fôlego, comendo minha energia. Era o fim dele na minha vida. Não troquei por vape, não usei adesivo. Decidi que aquela relação tóxica havia chegado ao fim”, declarou o artista.

Como Selton Mello lidou com a tensão emocional sem o cigarro

Os primeiros momentos de distanciamento do tabaco foram caracterizados por episódios de tensão emocional e sintomas de abstinência. Como consequência dessa fase, o profissional relatou um aumento no consumo de alimentos e ganho de peso, além da necessidade de modificar comportamentos. “Demorei seis meses para tomar algum drink, muito medo de uma recaída. Um dia testei um vinho com os amigos, e deu certo, zero vontade de fumar. Café, eu demorei mais de um ano para tomar de novo, medo enorme de associar. Hoje tomo café tranquilamente”, explicou.

Outro fator mencionado pelo diretor como determinante para a manutenção de sua escolha foi a questão do odor impregnado pelo tabaco. Ele pontuou que o cheiro característico deixado pelo produto teve um peso considerável em sua reflexão. “Se você é fumante, você cheira mal. Simples e duro assim. Desculpe a sinceridade, mas talvez te ajude a pensar”, registrou na postagem.

Benefícios na saúde de Selton Mello após abandonar o vício

A transformação na rotina gerou resultados práticos no condicionamento físico do ator, refletindo em uma capacidade respiratória superior e em avaliações médicas normalizadas. O artista concluiu seu relato reforçando que o processo exige vigilância, mas que os ganhos compensam as dificuldades. “Não digo que sou ex-fumante. Estou sem fumar há quatro anos. E me sinto bem melhor. Acredite: é possível”, finalizou.

De acordo com o Hospital do Coração (HCor), o cigarro está entre os maiores causadores de mortes evitáveis no mundo. No Brasil, o tabagismo provoca aproximadamente 200 mil mortes por ano, enquanto no cenário global esse número chega a 8 milhões. O hábito de fumar é apontado como responsável por cerca de 80% a 90% dos diagnósticos de câncer de pulmão, além de estar ligado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, respiratórias, como a DPOC, e à dependência causada pela nicotina. A exposição à fumaça por pessoas não fumantes, conhecida como tabagismo passivo, também representa sérios riscos à saúde e pode levar à morte.

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