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Vídeo – Zé Felipe perde a paciência com ofensas na web e detona: ‘Beta é minha…’
Na última segunda-feira, 4 de maio de 2026, Zé Felipe utilizou suas redes sociais para expressar seu descontentamento com as críticas e apelidos que tem recebido na internet. Através de vídeos em seus Stories, o cantor demonstrou desconforto e certa confusão em relação ao vocabulário utilizado pelo público mais jovem, questionando especificamente as nomenclaturas ‘beta’ e ‘boy toy’, que têm sido recorrentemente aplicadas à sua imagem.
O artista reagiu com sarcasmo às ofensas e sugeriu que os críticos fossem mais diretos em seus ataques. Durante o desabafo, ele afirmou: “Tenho uma ressalva para fazer. Galera, é o seguinte: quer xingar, não manda assim: ‘você é muito beta’, manda logo pra p*ta que pariu. Beta é minha chibata. Beta… É peixe, é?”. Na sequência, Zé Felipe continuou a manifestar seu estranhamento com as gírias atuais ao perguntar: “Outro que geralmente está aparecendo aqui é um tal de ‘boy toy’. Agora, o que é boy toy?”.
Cantor comenta choque entre gerações
O filho de Leonardo também aproveitou a oportunidade para analisar o distanciamento entre as gerações e a rapidez com que a internet transforma a comunicação atual. Ele observou que, embora tenha apenas 28 anos, percebe que quem possui mais de 35 anos já enfrenta dificuldades para compreender a linguagem dos jovens de 18, ressaltando o quanto tudo muda rapidamente.
Durante sua reflexão, ele pontuou: “Eu tenho 28 anos. Quem tem de 35 pra cima, em um período muito curto, não vai conseguir entender quem tem 18 anos. Tudo está mudando, olha que onda”. Vale contextualizar que as gírias mencionadas pelo cantor são frequentes no ambiente digital.
Termos viram ofensas nas redes
A palavra ‘beta’ costuma ser empregada de forma depreciativa para rotular homens vistos como inseguros ou submissos, funcionando como o oposto do estereótipo do macho alfa. Por outro lado, o termo em inglês boy toy é geralmente aplicado a homens valorizados essencialmente pelo seu apelo estético ou que são vistos como acessórios em relacionamentos superficiais.