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Virgínia estaria na mira da Polícia Federal em investigação sobre suposto envolvimento do PCC com a WePink
Segundo reportagem especial, empresa teria investimentos suspeitos.
Publicada na noite da última segunda-feira (01/06), uma reportagem da revista Piauí começou a ganhar repercussão nesta terça-feira e sua personagem central é ninguém menos que Virgínia Fonseca.
A revista, conhecida por expor casos complicados e de grande repercussão, revelou um suposto esquema criminoso que estaria por trás da criação de uma das empresas mais famosas do Brasil: a WePink, que tem Virgínia como rosto.
A reportagem afirma que Virgínia se tornou alvo de uma investigação da Polícia Federal após depor na CPI das Bets, que teve início em 2024 e terminou em 2025, sem grandes desdobramentos.
O objetivo da investigação, segundo a reportagem, era esclarecer a origem dos investimentos e patrimônio financeiro de Virgínia. Duas empresas chamam a atenção neste caso, a Talismã Digital, fundada por Virgínia e o ex-marido, Zé Felipe; e a AMP Pay Marketing e Negócios, que é no papel uma empresa pequena, mas que transferiu R$17,7 milhões para a Talismã Digital.
Outro ponto que chamou a atenção das autoridades é a fundação da WePink, que é uma sociedade entre Virgínia, o empresário chinês Chaopeng Tan, e o casal Samara Cahanovich Martins e Thiago Stabile. O casal, antes da WePink, era dono da Pink Lash, uma sociedade fundada com enfermeira Karen de Moura Tanaka Mori.
Mori, por sua vez, era conhecida como Japa do PCC, por ser casada com um membro da facção. Segundo a reportagem, a Polícia Federal estaria interessada em entender as movimentações bancárias da empresa e o quanto do fluxo de caixa pode estar ligado ao tráfico de drogas. Apenas em 2025, a WePink declarou um faturamento de R$1,3 bilhão.
Por enquanto, nem a Polícia Federal, nem a própria Virgínia Fonseca, se manifestaram sobre a reportagem. Ainda não foi confirmado se a investigação realmente existe contra a empresa e seus sócios.